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segunda, 06 fev 2023
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POL�TICA
COVILHÃ: PS QUIS SUBSTITUIR-SE AO EXECUTIVO
Rádio Cova da Beira
É desta forma que a concelhia do PSD da Covilhã classifica a conferência de imprensa da comissão política do Partido Socialista a propósito da entrada em vigor do novo sistema de mobilidade para o concelho.
Por Nuno Miguel em 24 d Jan d 2023
De acordo com os social democratas fica patente que “é a máquina do PS que gere o concelho e não o presidente eleito Vítor Pereira”, considerando que o líder da concelhia “tentou apressadamente tomar as rédeas de uma discussão pública que quer travar a todo o custo, com medo que os covilhanenses descubram as artimanhas deste executivo, para implementar um plano de mobilidade que financie as «borlas» que publicitou aos sete ventos neste início de ano”. Falamos da gratuitidade dos passes escolares e outros apoios sociais anunciados para 2023.
O PSD da Covilhã acrescenta que “aos vereadores da oposição bastou-lhes ler os documentos oficiais que suportam o ruinoso contrato de mobilidade e a apresentá-lo de forma clara e transparente aos covilhanenses” que definem “zonas de estacionamento tarifado na via pública em número não inferior a 1.000 lugares de estacionamento, mas Vítor Pereira vai mais além e cria 1206 lugares pagos, sem contar com os silos da Estação, do Sporting e da Praça do Município”, contabilizando 148 lugares na avenida Frei Heitor Pinto, Jardim Público e Avenida da Universidade; 870 na rua Mateus Fernandes, na zona da Anil, no Jardim do Lago, no Jardim das Artes e ao redor do Serra Shopping e 188 na zona envolvente do tribunal e no bairro da Estação.
Os social democratas manifestam ainda a sua surpresa com as declarações de Vítor Pereira a este propósito em que o autarca anuncia “preços simbólicos” nas tarifas do estacionamento à superfície para os residentes, sendo gratuito o primeiro carro, o segundo terá o valor 15 euros por ano e o terceiro 30 euros quando os valores previstos “no contrato já assinado são o dobro”. 
Na análise ao documento, a concelhia do PSD conclui que a empresa concessionária vai receber os valores da bilhética, publicidade e ainda um pagamento anual por compensação do serviço público. Em contrapartida o município assume os custos da electricidade com os carregamentos de bicicletas, trotinetes, elevadores, funiculares e operação dos parquímetros, a manutenção ou reparação das estruturas e ainda a realização das obras necessárias à demarcação e instalação da sinalização das novas zonas de estacionamento tarifadas “o privado fica com a receita e os covilhanenses herdam os custos”. 
A concelhia covilhanense acusa o PS de estar a “confundir os covilhanenses, trazendo para o debate político decisões tomadas no anterior mandato por outros eleitos o espelha somente a falta de seriedade do executivo camarário e do partido que o suporta” e sustenta que este contrato “foi assinado à revelia e penaliza, em muito, todos aqueles que vivem no concelho”.

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