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Domingo, 13 Jun 2021
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POL�TICA
AMC PRECISA DE TRANSPARÊNCIA
Rádio Cova da Beira
A Covilhã precisa de um presidente, na Assembleia Municipal, que promova a transparência. É um dos compromissos assumidos por Adolfo Mesquita Nunes, que se candidata ao cargo na lista da coligação “Juntos fazemos melhor”.
Por Paula Brito em 12 de May de 2021

Em entrevista ao programa “Flagrante Direto” da RCB, no último fim de semana, Adolfo Mesquita Nunes explicou o tipo de presidente de Assembleia Municipal da Covilhã (AMC) que se propõe ser.

 

“Desde logo um presidente que obrigue a que as reuniões sejam públicas, que as pessoas possam participar não apenas indo lá, falando passadas sete ou oito horas de debate, mas que sejam transmitidas para toda a gente ver. Essa é a primeira coisa, transparência, abertura, dar mostra daquilo que se está a fazer. Depois, colocar a minha experiência, conhecimento e notoriedade que possa ter, ao serviço da Covilhã.”

 

Questionado sobre o que mudou em relação a outras coligações que, no passado, tentaram derrotar a maioria socialista na câmara da Covilhã, sem êxito, Adolfo Mesquita Nunes aponta os erros do passado que não podem ser cometidos no presente.

 

“Há oito e há quatro anos, o espaço alternativo ao Partido Socialista cometeu um erro, que foi não ter sabido juntar o melhor de cada um para apresentar um projeto mobilizador e, pior, não só não conseguiu fazer isso, como se deixou enredar em discussões fúteis sobre temas que não interessam nem ao menino Jesus. Esse é um erro que não pode ser cometido agora, porque sempre que o espaço político, alternativo ao PS, se divide é Vítor Pereira que agradece.”

 

A Coligação “Juntos fazemos melhor” é mais do que uma coligação entre o PSD/CDS. Trata-se de um projeto que inclui todos os que pretendam mudar o atual estado de coisas.

 

“Aquilo que menos nos preocupa é a filiação partidária, porque a Covilhã, neste momento, precisa de uma terapia de choque, precisa do melhor de todos nós e, portanto, não quero saber se a pessoa é militante do PSD, do CDS, de outro partido ou se já esteve noutros movimentos, o importante agora é que sejam pessoas que estejam de acordo que é preciso travar este desperdício, esta desorientação e esta resignação. E isto só se faz com a única candidatura que consegue vencer a câmara que é a nossa.”

 

Adolfo Mesquita Nunes, em entrevista ao programa Flagrante Direto da RCB, mostrou-se convencido na vitória, mas seja qual for o resultado, o cargo para que for eleito será para cumprir até ao fim, como fez até agora com o de vereador no executivo, “com certeza que eu cá vou ficar e cumprirei o meu mandato”.


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