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Domingo, 13 Jun 2021
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CULTURA
PROJETO CRIA CINCO UNIDADES DE INVESTIGAÇÃO EM ARTE E CIÊNCIA
Rádio Cova da Beira
Sob o lema “Uma estrutura, um ecossistema, um território”, foi esta manhã apresentado, no casino fundanense, o projeto ARS (Art and Science Research Structure). Trata-se de um programa de investigação em arte e ciência, que nasceu no Fundão, há cerca de três anos, pelas mãos da Luzlinar, que aqui criou a primeira de cinco unidades de investigação que se irão instalar em vários concelhos da Beiras e Serra da Estrela.
Por Paula Brito em 06 de May de 2021

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O projeto, segundo Carlos Fernandes, responsável pela Luzlinar, tem, no entanto, uma abrangência territorial mais vasta, integrando 21 aldeias e uma centena de cidades dentro e fora do território.

 

Trata-se de "uma estrutura de investigação multidisciplinar, empenhada em pensar e agir, integrando experiência e conhecimento em diversas áreas do saber. Fomenta a investigação artística e científica num trabalho articulado com a comunidade, a universidade e as escolas, estabelecendo uma ligação efetiva entre a arte, a educação, a ciência e a cultura.”

 

O projeto está organizado em cinco unidades de investigação cujas temáticas estão ligadas às realidades locais onde se inserem.

 

“A Comuna, a mais antiga, tem três laboratórios, (Ruínas, Aquíferas e Cidade Pomar) a Escola, uma nova unidade que vamos criar na cidade da Guarda, vai ter quatro laboratórios,(Estações bucólicas, Experiência da Floresta, Habitantes da Montanha e o Fio da Sustentabilidade) o Campus, no Feital, com o laboratório do movimento das pedras, Mapas, em Belmonte, (Terra-Junta e Realidades Submersas) a Torre, em Celorico da Beira, (Krónos e Mons Herminius Itinera) e a Biblos que é um centro de documentação que vai ter um laboratório em Lisboa, designado o Método. A Biblos tem a sua presença física no Fundão, mas a parte que conseguirmos desmaterializar estará disponível para os investigadores online.”

  

Para o presidente do município, Paulo Fernandes, este projeto, que nasceu no Fundão, pode ser um farol na atração de investigação na área cultural.

 

“Um farol para atrair e conseguir uma rede de investigadores culturais importante para a internacionalização do nosso território.”

 

Um projeto que segundo o autarca “tem tudo para dar certo”, e que segundo a diretora regional de cultura do centro, Susana Menezes, pode “revolucionar toda esta belíssima região”. 


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