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Quinta, 06 Mai 2021
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SOCIEDADE
CMF CRIA CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DAS MIGRAÇÕES
Rádio Cova da Beira
A Câmara Municipal do Fundão (CMF) quer criar um Centro de interpretação das migrações e uma biblioteca multilingue, no espaço da antiga biblioteca do Seminário do Fundão. A ideia foi apresentada pela vereadora com o pelouro da cultura, Alcina Cerdeira, à Alta Comissária para as Migrações, que visitou esta manhã o seminário onde funciona o Centro para as Migrações do Fundão.
Por Paula Brito em 03 de May de 2021

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“Temos um espaço que queremos abrir ao público, às escolas, a quem nos visita, conhecer melhor todo o trabalho que aqui é realizado no Centro para as migrações, e será um espaço aberto à comunidade que vai ser composto também por uma biblioteca multilingue, aproveito para deixar o apelo a quem queira doar livros noutras línguas, acho que é muito importante, vamos também ter um centro interpretativo dedicado às migrações”.

 

Além das migrações, o centro irá também interpretar a emigração no concelho do Fundão, como explica a autarca.

 

“Será também dedicado a uma área importante para nós que é a emigração e, como sabemos, no nosso território, nos anos 60, foram muitos os que deixaram as suas terras à procura de melhores condições de vida, e é essa dinâmica que queremos dar a conhecer, entre quem vai, quem vem e aqueles que ficam.”

 

Uma ideia que agradou à Alta Comissária para as Migrações que visitou esta manhã o projeto “Matriz – E8G”, no Largo das 8 Bicas, o Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes, que funciona no casino fundanense, e o Centro para as migrações do Fundão, instalado no Seminário do Fundão. No final, à RCB, Sónia Pereira, disse que ficou bem impressionada com o que viu e que veio confirmar a ideia de que o Fundão é uma terra de integração.

 

“Estou muito bem impressionada com todo o esforço, que é coletivo, que é dinamizado pela câmara municipal do Fundão, mas envolve vários parceiros locais. É muito gratificante como se mobilizam em conjunto para criar respostas, quer para os migrantes que vêm à procura de trabalho ou por outros motivos, quer para as pessoas refugiadas, quer para outras pessoas que já vivem no próprio território e que necessitam de intervenção, como as comunidades portuguesas ciganas.”

 

A Alta-Comissária para as Migrações em declarações à RCB, esta manhã, no final da visita ao Centro para as Migrações do Fundão que funciona no edifício do antigo seminário. 


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