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Sexta, 25 Jun 2021
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SOCIEDADE
COVID-19: DE EMERGÊNCIA PARA O ESTADO DE CALAMIDADE
Rádio Cova da Beira
O Primeiro Ministro, António Costa, apresentou esta quinta-feira as novas medidas de desconfinamento para o estado de calamidade que sucede ao de emergência, que entra em vigor a partir das 00:00h desta sexta-feira, e sublinha que "apesar da evolução favorável, a pandemia não acabou".
Por Paulo Pinheiro em 30 de Apr de 2021

O Governo decidiu decretar situação de calamidade a partir das 00h00 de dia 1 de maio, sábado, devido à pandemia da Covid-19. Portugal continental passou 15 períodos de estado de emergência, que vigoravam desde 9 de novembro. Este último termina esta sexta-feira, 30 de abril às 23h59.

As novas medidas foram anunciadas pelo primeiro-ministro, António Costa, no final da reunião do Conselho de Ministros sobre a última fase de desconfinamento, e alerta a população que “a situação ainda não está ultrapassada”, pelo que o país entrará em estado de calamidade.

- Os restaurantes, cafés, pastelarias e similares podem funcionar até às 22h30 todos os dias, com máximo de seis ou 10 pessoas em esplanadas por grupo;

- As fronteiras terrestes com Espanha reabrem;

- As salas de espetáculos podem funcionar durante a semana e fins-de-semana até às 22h30; Os casamentos, batizados e celebrações com lotação máxima de 50%;

- E, todas as lojas e centros comerciais podem estar abertas até às 21h em dias úteis e às 19h ao fim de semana.

O Governo vai, ainda, manter este ano as mesmas regras para o acesso às praias que estabeleceu em 2020 devido à pandemia.

 

Está confirmada a retoma das modalidades desportivas de alto risco, bem como o regresso à competição dos escalões de formação a partir de sábado, na quarta fase de desconfinamento.

 

Apesar de o estado de emergência terminar, as máscaras continuam a ser obrigatórias dentro de espaços públicos e na rua, para todas pessoas com idades superiores a 10 anos, sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável, ou seja, cerca de dois metros. 

 

c/ Verónica Hilário 


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