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Sexta, 25 Jun 2021
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POL�TICA
PCP QUESTIONA DEMOLIÇÃO DO TINTE VELHO
Rádio Cova da Beira
O grupo parlamentar do PCP na assembleia da república quer saber quais as razões porque o governo não tomou as medidas necessárias para proteger o edifício do “Tinte Velho” e impedir a sua demolição.
Por Nuno Miguel em 29 de Apr de 2021
Numa pergunta enviada ao ministério da cultura pelas deputadas Paula Santos e Ana Mesquita o PCP afirma que este era “o último exemplar das primitivas oficinas de tinturaria instaladas na ribeira da Goldra”, recordando que em 2000, por proposta do grupo de inventário do património industrial da Covilhã foi iniciado o processo de classificação do conjunto industrial da Fonte do Lameiro, como imóvel de interesse público, o qual integrava este espaço. Um procedimento que “não foi concluído, tendo caducado”.
O PCP acrescenta que em Fevereiro de 2015 a direcção regional de cultura do centro “propôs que se considerasse a classificação como conjunto como de interesse municipal, tendo a direcção geral de património cultural, com base em parecer técnico favorável, dado conhecimento à câmara municipal da Covilhã, do despacho de concordância com esta proposta, em Maio de 2020”.
As eleitas do PCP recordam a posição assumida pelos responsáveis do museu de lanifícios da UBI que referem que “a demolição do «Tinte Velho» é uma perda irreparável para a Covilhã” e por isso querem saber porque é que o governo não tomou as medidas necessárias para proteger o imóvel e impedir a sua demolição “depois de a direcção regional de cultura do centro e a direcção geral de património cultural terem demonstrado a importância da salvaguarda do edifício”.

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