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Terça, 11 Mai 2021
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CULTURA
COVILHÃ INAUGURA CABINE DE LEITURA
Rádio Cova da Beira
A Covilhã tem, a partir de hoje, uma cabine de livros, no centro da cidade, para que todos possam usufruir da leitura gratuitamente. Um projeto da Fundação Altice, em parceria com o município da Covilhã, que permitiu a conversão da quase histórica cabine telefónica, “num equipamento em prol do estímulo e promoção dos hábitos de leitura”, disse esta manhã, na inauguração, o presidente do conselho executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca.
Por Paula Brito em 14 de Apr de 2021

“Equipamentos como este ajudam-nos a viajar, porque cada livro é uma história, cada livro é um sonho, cada livro é uma viagem e estes livros são também muito importantes nesse caminho. Por muitos Gigabytes de informação que passem nas nossas redes, tocar num livro, sentir o cheiro de um livro, é uma experiência única que todos devem ter.”   

   

Uma experiência, a partir de agora, ao alcance de todos.

 

A Covilhã passa, assim, a integrar a rede de cabines de leitura da Fundação Altice. Um conceito que nasceu em Inglaterra e chegou a Portugal em 2013. Hoje, é uma rede de cerca de 40 cabines, espalhadas pelo continente e ilhas, que funciona de forma simples, com base no lema Levar, Ler e devolver.

 

“Podemos levar um livro, lê-lo, experienciá-lo, partilhá-lo e trazer outros lá de casa, tão simples quanto isto. É a própria comunidade que faz a gestão deste equipamento comunitário.”

 

Um equipamento que, segundo Vítor Pereira, presidente do município, é também um teste à cidadania. “À cidadania de quem cumpre as regras elementares, básicas, fundamentais da vida em sociedade que é de respeitar aquilo que é da comunidade.”

 

Segundo Alexandre Fonseca, a experiência em todo o país tem sido muito positiva. Na Cabine de Leitura da Covilhã, o presidente do conselho executivo da Altice deixou um livro, um convite à leitura e à partilha.

 

“O nosso contributo para esta micro biblioteca, que é o Livro das Palavras, um livro que é já uma referência da literatura nacional por ter aqui expressos contributos de 27 escritores portugueses contemporâneos, do séc. XXI.”

  

Um gesto e um projeto pequenos no tamanho, mas grandes no significado. A partir de hoje, em plena praça do município, há um livro à espera de ser folheado. 


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