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POL�TICA
COVILHÃ: PS RESPONDE A PEDRO FARROMBA
Rádio Cova da Beira
O secretariado da concelhia do PS da Covilhã acusa Pedro Farromba, cabeça de lista da coligação “Juntos Fazemos Melhor” à presidência da câmara municipal de ser um “camaleão político”.
Por Nuno Miguel em 30 de Mar de 2021
Em comunicado o PS aforma que “o candidato à câmara municipal da Covilhã, Pedro Farromba, o orgulhoso ex-vereador umas vezes vice presidente da autarquia outras vezes apenas vereador, representava em 2013 e representa agora as opções políticas assumidas pelos mandatos anteriores a Outubro de 2013. A única diferença desta candidatura é que desta vez não concorre contra o PSD. Quando lhe deu jeito foi eleito pelo PSD, quando lhe deu jeito candidatou-se contra o PSD, quando lhe deu jeito saiu da cena política, agora já lhe dá jeito o PSD e aí esta ele. O verdadeiro camaleão político, incapaz de manter convicções ou lealdades políticas”.
Os socialistas acrescentam que “este candidato representa uma dívida da autarquia herdada pelo PS de mais de 100 milhões de euros, que ainda hoje se está a pagar, e um número de oportunidades de financiamento comunitário perdido para a construção de equipamentos colectivos como uma piscina coberta, um pavilhão multiusos na sede de concelho, um teatro municipal ou até mesmo no plano de reabilitação da rede viária do concelho, que outros concelhos, com os quais gosta tanto de se comparar, tiveram arte e engenho para captar”.
Para o PS da Covilhã, Pedro Farromba “representa a demagogia pura” deixando como exemplo “a afirmação que faz, ciente do falhanço do executivo de que fez parte, que as obras do teatro municipal começaram ainda no seu mandato. Quando o candidato afirma que a Covilhã esteve parada durante estes oito anos, concluímos que ou esteve muito tempo fora ou anda muito distraído”. 
O Partido Socialista rejeita ainda as críticas de falta de investimento no centro histórico, afirmando que “sempre foi desprezado pelos executivos anteriores, que descentralizaram serviços para a parte baixa da cidade, que colocavam muitos outdoors com obras a lançar, porque obra a sério é que nada se via”. O centro histórico “hoje é muito diferente, fruto da liderança regional da autarquia na delimitação das áreas de reabilitação urbana, aproveitando fundos comunitários”. A “hegemonia regional defendida pelo candidato, que simboliza o «orgulhosamente sós» dos seus executivos é claramente diferente da visão do Partido Socialista. O PS prefere contruir pontes com os concelhos vizinhos em vez de barreiras”. 
De acordo com o PS da Covilhã o concelho “é aquele que na Beira Interior mais fundos assegurou pelo programa Centro 2020, com um total de 37,3 milhões de euros”, ocupando o sétimo lugar na região centro. Ao mesmo tempo destaca ainda o 14º lugar em termos de investimento privado, com candidaturas aprovadas que ultrapassam os 10 milhões de investimento “que colocam a Covilhã a liderar o maior volume de investimento em curso no interior do país de acordo com dados da estrutura de gestão do instrumento financeiro para a reabilitação urbana” (IFRRU).

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