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Sábado, 08 Mai 2021
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POL�TICA
DENÚNCIAS FICARAM SEM RESPOSTA
Rádio Cova da Beira
O movimento da população Ourondo/Relvas acusa o presidente da união de freguesias de Casegas/Ourondo de ter utilizado «fait-divers» para “desviar a atenção de tudo o que foi denunciado pelo movimento” no seu último comunicado.
Por Nuno Miguel em 30 de Mar de 2021
Sobre a obra do Largo da Carreira, os responsáveis afirmam que a compra do espaço teve início ainda durante o mandato de Carlos Pinto como presidente da câmara da Covilhã “tendo a antiga junta de freguesia do Ourondo sido a intermediária, avançando com três mil euros para sinalizar a compra, com o compromisso de o município devolver o valor à posterior, devido ao facto de a obra ser da responsabilidade da câmara da Covilhã. O projecto para o local foi mandado elaborar pela autarquia a um gabinete do Fundão, não tendo a ex- junta qualquer responsabilidade nessa despesa. Nunca a antiga junta do Ourondo assumiu qualquer outro projecto”.
Já em relação à casa museu “nasceu da necessidade de recuperar uma casa, no núcleo urbano do Ourondo” sublinhando que “a ideia para a sua utilização nunca esteve fechada, aliás falou-se no museu da cinegética dado que no concelho ainda nada existia relacionado com o mesmo tema, mas também poderia vir a ter outro aproveitamento que se achasse interessante, para a freguesia e para o concelho. Se a casa é uma ruína, deve-se à incúria do atual executivo”.
Quanto ao apoio à IPSS no âmbito da pandemia, os dirigentes do movimento reafirmam que “o apoio no Ourondo se ficou pela desinfeção do espaço exterior da estrutura residencial para idosos”, lamentando a existência de mortes por Covid-19 no lar de Casegas “um assunto que não pode servir de arma de arremesso como tristemente fez o presidente da união de freguesias”.

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