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Quinta, 13 Mai 2021
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CIMD Cabecalho
DESPORTO
?GUIAS DO MORADAL ? 1 A.D.FUND?O ? 1
Estreito e Fund?o acabaram por empatar, evidenciando o equil?brio que tamb?m se reflecte na tabela classificativa. Come?aram melhor os donos do terreno, mas a boa postura dos da cova da beira que foram at? ao Moradal dispostos a discutir o resultado, conseguiu dar sempre boa r?plica ao maior pendor ofensivo dos comandados de Ant?nio Belo.
Por João Perquilhas em 20 de Dec de 2009

O Estreito conseguiu mesmo adiantar-se no marcador nos minutos iniciais da segunda parte, teve outra oportunidade para marcar de novo, mas depois permitiu que os pupilos de João Laia, já em inferioridade numérica devido à expulsão de Petrolina, ganhassem ascendente e igualassem a partida. Castigo para os da casa que baixaram inadvertidamente o ritmo após a obtenção do golo, prémio para os fundanenses que acreditaram sempre na obtenção de um resultado positivo.

Na primeira parte o Estreito foi uma equipa mais consistente em termos ofensivos e incomodou diversas vezes o último reduto forasteiro, mas isso não foi sinónimo de muitas oportunidades de golo. Vieira mostrou-se o mais inconformado jogador com alguns remates à baliza de João Augusto, mas só numa ocasião (39`), obrigou o guardião fundanense a defesa apertada.

Pelo meio o Fundão respondia não tão bem como certamente o seu treinador desejaria, mas mostrava ser um conjunto bem organizado, que disputava o jogo pelo jogo e não se remetia a uma defensiva constante, conseguindo mesmo boas descidas pelas alas que contudo não tinham depois a sequência desejada.

A 4 minutos do intervalo o 1º caso do jogo: Zé Augusto bem solicitado por David fura pelo centro da defensiva fundanense e à entrada da área é, em nossa opinião, abalroado pelo guardião João Augusto que entretanto tinha saído de entre os postes. Em nosso entender a falta foi evidente, mas assim não o entendeu o árbitro Márcio Lopes que mandou prosseguir a partida, perante os protestos caseiros.

A segunda metade começou da melhor maneira para o Estreito… logo ao 3º minuto Zé Augusto cobrou um livre na esquerda, para Gil Duarte na zona do segundo poste amortecer para o centro da área, onde Esteves, à vontade, cabeceou certeiro dando vantagem aos donos do terreno.

Pouco depois acontecia o segundo caso da partida… Zé Augusto e Petrolina numa acesa disputa de bola acabaram por chocar sem que vislumbrássemos qualquer falta, mas o árbitro do jogo assinalou livre e mostrou amarelo ao jogador do Fundão. Como era a segunda cartolina daquela cor para o mesmo jogador, este seria excluído e deixava, supostamente, a sua turma mais fragilizada.

É certo que nos minutos seguintes a equipa de João Laia oscilou e permitiu mesmo duas situações para golo aos pupilos de António Belo, mas estes não as aproveitaram e, pior ainda, relaxaram em demasia.

Esta postura saiu-lhes cara. Decorria o minuto 80 quando o guarda redes Manuel Silva pontapeou mal o esférico num pontapé de baliza, com a bola a chegar a Horácio e este beneficiou de alguma passividade dos médios da casa para de imediato servir Hélder Rodrigues e este não desperdiçar a oportunidade, devolvendo o empate à partida.

Nos dez minutos finais os da casa voltaram à carga, Esteves teve mesmo uma soberana oportunidade para garantir a conquista dos três pontos, mas o soberbo passe com que Vieira o isolou acabou por resultar num autêntico passe para o guardião João Augusto. Grande perdida que deixava tudo como estava, mesmo no período de compensação que se seguiu (5`) e em que o Fundão acabou com nove jogadores por mais uma expulsão, desta feita de Rui Reis aos 90+1`.

A arbitragem de Márcio Lopes foi uma vez mais complicativa. Errou várias vezes prejudicando ambas as equipas e os jogadores até colaboraram! Vá lá entender-se isto ….


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