RCB/TuneIn
Quinta, 13 Mai 2021
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
POL�TICA
AUTÁRQUICAS 2017 COVILHÃ: BE VOLTA A DESAFIAR CANDIDATOS SOBRE O PUGC.
Rádio Cova da Beira
O candidato do Bloco de Esquerda à presidência da câmara municipal da Covilhã às próximas eleições autárquicas “em nome do interesse dos covilhanense” volta a desafiar os restantes candidatos ao cargo a publicamente apresentarem as suas posições relativas ao Plano de Urbanização da Grande Covilhã (PUGC).
Por Paulo Pinheiro em 24 de Aug de 2017

Outras da categoria:

“Um tema de tão grande importância para o desenvolvimento sustentável da cidade e para o futuro das gerações vindouras”, refere o candidato do BE.

João Corono já, em entrevista ao programa RCB “Flagrante Directo” RCB, tinha defendido a necessidade de suspender o plano (ver noticia em http://www.rcbradiocovadabeira.pt/pag/40083).

Questionado pela RCB, o presidente da CMC não partilha dessa opinião “esse plano não é impeditivo da recuperação do centro histórico; o centro histórico tem cérceas definidas embora se for possível fazer reajustamentos, tanto melhor. Agora o problema é uma questão mais de fundo que tem a ver com o nosso PDM”  Apesar disso, Vítor Pereira mostra-se disponível para analisar a situação uma vez que “o que disse o senhor candidato não é nenhum absurdo, mas, como já disse, o ideal é que seja consagrado ao nível do plano director municipal.

Em comunicado, João Corono afirma que o PUGC não impede a requalificação do centro histórico “mas condiciona-a ao estabelecer regras que valorizam determinados terrenos além de beneficiar interesses ligados à especulação imobiliária, criando novas zonas urbanizáveis com alta densidade”.O BE reafirma a necessidade da suspensão do Plano de Urbanização da Grande Covilhã e na aceleração da sua revisão “em nome de um desenvolvimento sustentável, centrado na reabilitação e regeneração urbana e na qualidade de vida – os perímetros urbanos não podem ser alargados a cada plano que se elabora, tanto mais que os indicadores demográficos apontam para a diminuição da população”.


Para o candidato do BE, a contínua transformação de “certo” solo rústico em urbanizável não impede a reabilitação e regeneração das zonas urbanas, “mas não ajuda nada. É que consome recursos, não só no imediato, mas na manutenção e gestão futura e no reforço das infraestruturas municipais”.
“A política de expansão desordenada “manta de retalhos” que pode ter propiciado a ilusão de elevadas receitas através de taxas urbanísticas (bem ou mal geridas) não pode nem tem condições para continuar”, conclui o candidato do Bloco de Esquerda da Covilhã.


  Redes Sociais   Facebook

2007—2021 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados