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CULTURA
LAVACOLHOS: CASA DO BOMBO REABRE
Rádio Cova da Beira
A Casa do Bombo, em Lavacolhos (Fundão), reabre ao público no domingo, 26 de Fevereiro. Situada na antiga escola primária da aldeia, o espaço tem como principal objectivo "preservar o património musical através da criação de novas ferramentas didácticas e interactivas que permitam ao visitante vivenciar esta experiência de forma lúdica e divertida"
Por Paulo Pinheiro em 22 de Feb de 2017

A Casa do Bombo está aberta todas as quartas-feiras e domingos das 10:00H às 12:30H e das 14:30H às 17:00H. Nos restantes dias é possível visitar o espçao mediante marcação prévia na Junta de Freguesia de Lavacolhos ou Posto de Turismo do Fundão.

A Casa do Bombo foi requalificada  com novos conteúdos expositivos e novas áreas dedicadas à construção e à afinação do bombo. De acordo com o presidente da junta de freguesia de Lavacolhos, José Gravito, esta intervenção vem permitir reforçar a aposta da dinamização da maior marca daquela aldeia e uma das maiores do concelho “esta nova intervenção na casa do bombo vem reforçar a aposta na sua promoção e divulgação e deve ser encarada como a grande alavanca para a preservação de um dos maiores ícones da música tradicional portuguesa e que nós acreditamos que brevemente vai ser reconhecido como património cultural e material a nível nacional. Para Lavacolhos é um privilégio enorme ter a casa do bombo na sua freguesia e ter um povo que soube veicular, de geração em geração, esta tradição ancestral”.

O presidente da câmara municipal do Fundão, Paulo Fernandes, acrescenta que, dentro da estratégia de valorização deste património, o primeiro passo é avançar com a candidatura do bombo como património imaterial a nível nacional. Um trabalho que pode ser uma rampa de lançamento para a sua classificação a nível internacional à semelhança do fado e do cante alentejano “é algo do melhor e do mais genuíno que existe no povo português e é por sentirmos isso, e porque temos sempre o bombo por trás para nos dar força, que vamos avançar com a questão do património imaterial a nível nacional e, quem sabe, ser a rampa de lançamento para algo mais ambicioso. Se o bombo é uma expressão universalista do povo português porque não, como outras componentes universalistas como o fado ou o cante alentejano, pensar no bombo como património imaterial da humanidade”

 

 


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