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Domingo, 13 Jun 2021
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CULTURA
“A CIDADE E A CULTURA”
Rádio Cova da Beira
É este o título da mais recente obra de António Pinto Pires e que foi apresentada publicamente no último sábado na Covilhã. Um trabalho onde o autor compila vários textos publicados ao longo de diversos anos sobre a realidade cultural daquele concelho e simultaneamente apresenta alguns projectos em que esteve envolvido no passado como a criação do museu da identidade da Covilhã, na zona do castelo, ou a transformação da antiga casa dos magistrados no museu arqueológico municipal.
Por Nuno Miguel em 21 de Feb de 2017

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“Neste trabalho são apresentados vários projectos que idealizei para a cidade, alguns de carácter colectivo como era o museu da identidade da Covilhã a localizar na zona do castelo. Essa ideia foi alvo de vários estudos e, na inviabilidade dele avançar, eu fiz mais algum trabalho tendo em vista a sua concretização. Estamos a falar de um museu polinucleado com várias valências que a nossa cidade tem para mostrar à comunidade. Para além disso compilei também todos os escritos que tenho feito ao longo de vários anos à volta da cultura e que foram publicados em jornais e revistas”.

Se em relação ao museu arqueológico municipal, o espaço proposto alberga actualmente as instalações da divisão municipal de cultura já o projecto do museu da identidade da Covilhã acabou por nunca avançar. António Pinto Pires reconhece que a sua implementação no centro histórico é difícil devido a vários condicionalismos e por isso apresenta uma alternativa “a Covilhã tem uma identidade muito própria e nós não temos tido o cuidado de reunir essa memória. Eu acho que há um espaço fabuloso, que é o edifício do antigo acondicionamento têxtil, que daria um belíssimo museu, próximo das escolas, e que daria um projecto fabuloso. Vamos atirando o «barro à parede» e continuar a falar neste assunto”.

Uma ideia que o presidente da câmara da Covilhã não descarta. Presente na apresentação desta obra, Vítor Pereira refere que “é sempre uma possibilidade; eu não enjeito essa ideia uma vez que esse edifício até podia ter outras utilizações em benefício da nossa cidade e da comunidade mas no imediato não estamos em condições de adquirir esse espaço. No entanto logo que exista um maior desafogo financeiro podemos vir a adquiri-lo e a afectá-lo a esta nobre finalidade”.

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