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Sexta, 25 Jun 2021
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POL�TICA
AMARO E OS DESAFIOS DA CIM
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara da Guarda defende um entendimento alargado entre todas as autarquias que integram a comunidade intermunicipal das beiras e Serra da Estrela no sentido de definir quais os projectos estratégicos que vão fazer parte do plano de acção a desenvolver no território durante o próximo quadro comunitário de apoio.
Por Nuno Miguel em 20 de Nov de 2014

No fórum organizado naquela cidade pelo conselho empresarial das Beiras e Serra da Estrela, Álvaro Amaro sublinha que são muitas as obras que fazem parte do plano estratégico mas agora há que fazer uma selecção rigorosa dos projectos para que possam ser apoiados pela CCDR no pacote de contratualização de verbas “nós temos que ter a capacidade na CIM das Beiras e da Serra da Estrela de dizer que temos três, não é trinta, porque se pedirmos a cada um de nós os projectos mais importantes para esta região cada um vai pensar no seu concelho e definir os principais projectos, mas temos é que seleccionar os fundamentais para que eles possam ser apresentados e ter financiamento para serem concretizados”. 

Para além desse entendimento, Álvaro Amaro sublinha que há outros dois passos fundamentais para o futuro para a região. O primeiro passa pela elaboração de uma carta selectiva de coesão do espaço territorial “e isso não é uma carta de intensões mas sim uma carta selectiva daquilo que é imprescindível para a coesão do nosso espaço territorial; seja para fazer o aeroporto da Covilhã, o metro de superfície, o casino ou a zona franca não interessa; o que interessa «é que todos estes de acordo e que essa carta não seja só enviada mas sim assinada por todos”.

O outro passo, diz o autarca da Guarda, deve ser a criação de uma agência de promoção regional “irei defender essa ideia junto dos meus parceiros da CIM porque entendo que essa agência é fundamental para afirmar a nossa região; ela ajudará a reforçar o espírito CIM e também a afirmar seja onde for este espaço sub regional”.

Já no que diz respeito à contratualização de verbas, Álvaro Amaro espera que o governo cumpra a promessa de os projectos a financiar na região não ser apenas apoiadas pelo programa operacional do centro.

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