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Segunda, 14 Jun 2021
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POL�TICA
“É UM DESIGNIO DO INTERIOR”
Rádio Cova da Beira
O presidente do conselho empresarial das Beiras e da Serra da Estrela defende o fim das portagens na A 23 e na A 25.
Por Nuno Miguel em 19 de Nov de 2014

No decorrer do primeiro fórum empresarial organizado por aquele organismo, na Guarda, Rogério Hilário alertou para a existência de custos de contexto elevados e que travam a fixação de novas empresas da região assim como o desenvolvimento das que já estão instaladas. Um dos exemplos é a questão das portagens que, no entender do presidente do conselho, devem ser abolidas “é necessário e urgente de uma vez por todas exigir o fim das portagens na A 23 e na A 25; de facto é um custo acrescido para as empresas que se querem instalar neste território e por isso vamos ter que ter uma plataforma no sentido de fazer entender ao governo que isto é um desígnio do interior e é um dos constrangimentos mais importantes que temos”.

Mas Rogério Hilário deixou outros exemplos de dificuldades sentidas pelos empresários para se fixarem ou se expandirem no interior e apelou à adopção de medidas concretas que permitam minimizar esses problemas “a ferrovia entre a Guarda e a Covilhã, a modernização da linha da Beira Alta, uma política de promoção dos solos industriais para se saber onde podemos investir e aquilo que existe disponível; evidentemente que uma discriminação positiva em termos fiscais só a entendo se for real, justa e aplicável às nossas empresas; não nos vendam mais aquilo que nos venderam no passado e que não teve qualquer impacto”.   

Para o presidente do conselho empresarial das Beiras e Serra da Estrela é fundamental que toda a região se una em tono da concretização de vários objectivos para que não continue a ser ostracizada em relação a outras regiões do país “eu considero que a região tem sido bastante ostracizada em relação àquilo que outras regiões tem conseguido e se calhar, objectivamente, a culpa é nossa e por isso estamos aqui também para alterar esse paradigma e ao mesmo tempo exigir que em relação àquilo que são as grandes linhas estratégicas haver uma maior concertação e estratégias comuns em áreas como a educação, a saúde, a mobilidade, as estruturas ou as acessibilidades intra-regionais”.

 


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