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Segunda, 14 Jun 2021
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POL�TICA
HÁ UMA NOVA MAIORIA NA COVILHÃ?
João Esgalhado propôs, na última reunião do executivo, a saída da sala para provocar falta de quórum e evitar que um ponto relacionado com o urbanismo fosse votado. Uma proposta subscrita pelo Partido Socialista que levou Pedro Farromba, que presidiu à reunião, a retirar o ponto da ordem de trabalhos.
Por Paula Brito em 21 de Jan de 2013

O presidente em exercício decidiu anuir à retirada do ponto em nome do interesse público, “havia um conjunto de decisões a tomar a seguir a este ponto, nomeadamente de ordem social, relacionadas com habitação social, juntas de freguesia e colectividades que era importante serem tomadas hoje, o interesse público prevaleceu na minha decisão de protelar este assunto até à próxima reunião” explicou no final Pedro Farromba.

O interesse público é também o argumento invocado por João Esgalhado para tomar esta posição “firme e não de força”. Em causa, segundo o autarca, está o chumbo de um licenciamento de uma habitação em Orjais “onde funcionam serviços essenciais para a população e que já ali estava antes do PDM”, por outro lado, “não se visualiza que haja prejuízo para a Reserva Agrícola pelo facto de lá estar”. João Esgalhado quer ver o assunto votado na presença de Carlos Pinto porque “ele é o responsável pelo pelouro e quando eu o acompanhei enquanto responsável por esta pasta ele tinha uma posição diferente desta que é aqui trazida”.

O PS decidiu anuir à proposta de João Esgalhado por considerar “pertinente” a presença de Carlos Pinto nesta votação. José Armando Serra dos Reis rejeita no entanto a ideia de uma maioria dentro da maioria formada pelo PS e pelos dois vereadores eleitos pelo PSD em ruptura com Carlos Pinto “o PS continuará a assumir a posição que melhor defender os interesses das populações, nós estaremos sempre com as propostas mais correctas venham elas do presidente ou de qualquer dos vereadores”.


Uma reunião onde ficou anulada a decisão tomada na reunião anterior de reforçar a rede de iluminação pública junto às instalações da empresa Tessimax. Em causa está uma questão legal: para o ponto ser introduzido na hora teria que ter o aval de uma maioria de dois terços o que não aconteceu, fica assim sem efeito a deliberação que, por sugestão quer de Vítor Pereira quer de João Esgalhado, voltará à próxima reunião do executivo.


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