António Lopes não se demitiu, os restantes órgãos sociais vão manter-se no clube e tudo vai ficar como dantes. O referido ponto acabou por ser retirado da ordem de trabalhos, no entanto, durante as quatro horas e meia que durou a reunião, o presidente da mesa foi alvo de muitas criticas, não só por parte de alguns dos membros dos órgãos sociais, mas também pela grande maioria dos sócios presentes, cerca de 200, fundamentalmente pela atitude de ter introduzido na convocatória um ponto para se abordar a crise directiva do clube, numa altura critica, por se tratar do inicio da época e por os sócios consideram não haver justificação plausível, visto o clube estar numa fase boa da sua vida. Falou-se da sede, das verbas que estavam envolvidas no negócio, das obras da nova sede social e dos custos das mesmas, falou-se das dividas herdadas quando estes corpos sociais tomaram os destinos do clube e das verbas entretanto liquidadas e dos próprios apoios financeiros que o presidente da mesa da Assembleia geral prestou ao clube. A este propósito e uma vez que o ponto dois da ordem de trabalhos foi retirado, por proposta do sócio Francisco Moreira, António Lopes tem intenção de convocar uma assembleia geral, para Setembro ou Outubro para que os sócios fiquem a saber os exactos valores que o clube herdou de dividas, o que realmente foi pago, as ajudas que foram recebidas para que essas dividas fossem liquidadas e as questões relacionadas com a sede social. Quanto a eleições, é provável que as mesmas venham a ter lugar no mês de Março de 2011 e não em Setembro do mesmo ano com inicialmente estava previsto. José Mendes já veio dizer que em principio será de novo candidato. O ponto 1 da ordem de trabalhos foi aprovado por unanimidade, com os sócios a aprovarem um orçamento de 760 mil euros para fazer face ao futebol profissional, futebol de formação e futsal, uma verba superior em 32.000 € em relação ao orçamento da época passada. |