Um processo que remonta a 2006. Em causa estão alegadas violações da reserva agricola nacional por parte da autarquia covilhanense e da empresa na Quinta do Freixo. Rui Moreira garante que o recurso ainda está a ser apreciado pelos tribunais "a câmara recorreu da nossa decisão mas não há ainda qualquer sentença. Sabemos que os tribunais muitas vezes não actuam com a celeridade que desejávamos. De qualquer forma estamos a aguardar tranquilamente a conclusão deste processo". Já quanto à participação enviada, em Dezembro de 2008, à inspecção geral do ambiente e ordenamento do território a propósito de violações do plano director municipal na construção de uma moradia particular, propriedade de Carlos Pinto, o director regional de agriculturas e pescas do centro nega qualquer perseguição ao autarca da Covilhã "esse foi mais um de muitos outros casos que são participados não só por mim, mas por outras entidades e considero muito injusta a acusação de perseguição porque nestes casos eu ainda tomo mais cautelas. E nessa situação mandei verificar por mais de uma vez o assunto antes de enviar a participação. Agora não se pense que eu sou toda a direcção regional. Há serviços técnicos, há chefes de divisão, há funcionários que fazem o seu trabalho e eu acho injusta a pessoalização que se pretendeu fazer deste caso" Rui Moreira afirma não saber "o resultado do inquérito que foi aberto uma vez que eu cumpri a minha missão e dei conta do caso às instâncias superiores. Agora, muito sinceramente, não sei quais foram os procedimentos tomados a partir dai". |