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Domingo, 15 Set 2019
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DESPORTO
BENFICA E C.BRANCO-1 VIGOR DA MOCIDADE-0
Era um jogo de crucial import?ncia para a turma albicastrense, e a vit?ria alcan?ada apenas peca por escassa, tal a supremacia evidenciada e as oportunidades desperdi?adas. O conjunto visitante ainda assustou no inicio, mas depois s? deu mesmo Benfica, exceptuando os ?ltimos dez minutos da partida, altura em que os de Vigor despejaram bolas em s?rie para perto da baliza de Nuno Morais.
Por Jo√£o Perquilhas em 18 de Apr de 2011

Com um começo de jogo bastante equilibrado, pertenceu à turma visitante o primeiro lance de perigo. Ao minuto 11 Relvão apareceu solto à entrada da área albicastrense, e com um remate à meia volta obrigou Nuno Morais a defesa difícil para canto.

Este lance terá feito sentir aos donos do terreno que urgia fazer mais e melhor, e a equipa de Quim Manuel respondeu, desta vez, com elevado sentido de responsabilidade e vontade de vencer, empurrando paulatinamente o seu adversário para o seu meio campo defensivo.

Fruto desta postura o guardião forasteiro foi sujeito a muito trabalho para deter os constantes remates à sua baliza, mas em vários lances seria a fraca pontaria, na hora do remate, a fazer com que o marcador não sofresse alterações. Entre os minutos 24 e 34 Bába teve três chances de marcar acabando por desperdiçar, mas logo depois também Ronam teve duas soberanas oportunidades de inaugurar o marcador, acabando por, numa delas, errar incrivelmente o alvo, depois de um bom lance individual.

O intervalo chegava com o nulo a castigar a ineficácia albicastrense, e na segunda metade seria novamente o Vigor o primeiro a intimidar, com Hugo Amado a rematar muito perto do poste da baliza de Nuno Morais.

Contudo, os donos do terreno sentiam-se confiantes e de novo voltaram à ribalta. E acabaram por o fazer da melhor forma, visto que Ronam, num belo pontapé de bicicleta, inaugurava o marcador, decorridos que estavam 64 minutos de jogo. Foi um bom golo a coroar uma bela exibição do avançado de Castelo Branco e que já se justificava plenamente.

O tento alcançado teve o condão de abrir o apetite aos pupilos de Quim Manuel, e estes, nos dez minutos seguintes, poderiam ter goleado um atónito Vigor. Aos 66` Miguel Vaz forçava o guardião Manú a uma fantástica defesa, e quatro minutos volvidos os mesmos jogadores voltaram a dizer presente, com Manú a levar mais uma vez a melhor, efectuando uma defesa impressionante a um remate em jeito do médio albicastrense.

Aos 74 Ronam voltou a esbanjar excelente ocasião de golo rematando para as nuvens, e daí até final nenhuma das balizas voltou a sofrer assédio constante, apesar do intenso chuveirinho que a formação visitante operou nos dez minutos finais.

Foi uma vitória justíssima que só peca por escassa, e que deixa agora a turma do Benfica e Castelo Branco mais tranquila, no objectivo de alcançar a permanência nesta 3ª divisão Nacional.

Excelente foi o trabalho do trio de arbitragem chefiado por Mário Belmonte.


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