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Sábado, 26 Set 2020
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POL�TICA
MARCO GABRIEL RENUNCIA
O eleito da CDU renunciou ao cargo de vogal na junta de S. Martinho e vai retomar o mandato na assembleia de freguesia. Sem secret?rio e sem tesoureiro, a junta ter? que substituir estes dois elementos sob pena de cair, provocando elei??es antecipadas.
Por Paula Brito em 18 de Jul de 2008

Em conferência de imprensa Marco Gabriel explicou os motivos da renúncia "deixaram de existir os pressupostos sobre os quais a Coligação Democrática Unitária decidiu fazer parte do executivo da junta". É que a não eleição do secretário, que há 4 meses pediu a suspensão de mandato, distorce na opinião de Marco Gabriel o funcionamento democrático da junta de freguesia. A CDU considera que os interesses da população não podem ser submetidos à ambição pessoal do presidente da junta que acusa de ter tido ao longo de todo o processo "uma postura anti democrática, conduzindo o órgão a um beco sem saída".

A solução está agora nas mãos do presidente da junta de freguesia que, na opinião de Marco Gabriel, terá que decidir por um de dois cenários "ou substitui o secretário e o tesoureiro ou terá que haver eleições antecipadas". Marco Gabriel considera que a via política é mais fácil de resolver do que a via judicial que se arrastará por muito tempo e defende que "tudo deve ficar como estava", ou seja, uma junta tripartida, constituída por cada uma das forças partidárias uma vez que "foi aquilo que os eleitores ditaram nas últimas autárquicas".

Recorde-se que em 2005 os resultados eleitorais não deram a maioria absoluta a Vitor Tomás Ferreira. O autara do PSD assumiu a presidência da junta de freguesia que passou a ser constituída por um elemento da CDU e um elemento do PS. Em Fevereiro último, por motivos de doença, o eleito do PS, Álvaro Mineiro,  pediu a suspensão de mandato e até à data ainda não foi substituído já que os nomes indicados pelo presidente da junta foram chumbados pela assembleia e o nome votado pela assembleia (o segundo na lista do PS) não foi aceite pelo presidente da junta.

Sem secretário e agora, depois da renúncia de Marco Gabriel, sem tesoureiro, a junta de freguesia de S. Martinho, na cidade da Covilhã, terá que substituir os dois elementos sob pena de cair provocando eleições antecipadas a um ano das autárquicas.   

 


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