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Quarta, 18 Set 2019
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DESPORTO
ESPANHA ? CAMPE? DA EUROPA
A selec??o espanhola venceu, com grande qualidade exibicional e m?rito reconhecido, o titulo de campe?o da Europa de futebol. Nossos "hermanos" foram indiscutivelmente os melhores durante todo o torneio, vencendo todos os jogos que realizaram.
Por José Joaquim Ribeiro em 29 de Jun de 2008

Um golo apontado por Fernando Torres, aos 33', ditaram o vencedor de uma final empolgante, mas quase totalmente dominada pelos espanhóis. Num lance de futebol rápido, a bola é colocada à frente de Torres, que ganhou em corrida e em esforço sobre um adversário e, perante a saída de Lemman, tocou o esférico ligeiramente por cima do guardião alemão, que ficou sem quaisquer chances para fazer melhor. Um golo que valeu um titulo, o segundo na história da selecção de Espanha.

 

 A selecção espanhola, que já tinha revelado todas as sua faculdades no decorrer da fase de grupo e depois nas partidas a eliminar, para os 1/4 de final e meias finais, voltou a mostrar-se muito concentrada e muito empenhada, quer nas acções defensivas, quer nos momentos em que era necessário fazer transições rápidas. Para o equilíbrio desta estratégia, muito contribuiu o Brasileiro, naturalizado espanhol, Marcus Senna, um atleta que foi o carregador de piano da equipa e que permitiu que os jogadores de meio campo tivessem mais liberdade de movimentos para desenvolverem, sem receios, as acções ofensivas. Xavi, David Silva, David Villa, Fabregas e o pequeno génio, Iniesta, beneficiaram da forma serena como Senna se entregou aos jogos da equipa espanhola.

Numa primeira fase a equipa teve em David Villa, que marcou quatro golos, o homem mais em evidência, contudo, para nós a selecção espanhola tinha no seu meio campo um jogador fabuloso. Estamos a falar de Iniesta. É um jogador franzino, mas cheio de imaginação. Tira com facilidade os adversários do seu caminho, inventa aberturas de 20 e 30 metros, com passes teleguiados para os seus companheiros e ainda se integra com facilidade nas zonas de finalização. Falta-lhe, provavelmente, alguma ousadia para tentar o remate à baliza ( não se pode ter tudo). Neste jogo da final, Iniesta ofereceu lances de finalização em número suficiente para que a Espanha, com um pouco mais de sorte, tivesse goleado a Alemanha.


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