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domingo, 29 jan 2023
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CULTURA
CASTELO BRANCO CANDIDATA A CIDADE CRIATIVA DA UNESCO
Rádio Cova da Beira
O Município de Castelo Branco vai avançar com a candidatura do Bordado tradicional à Rede de Cidades Criativas da UNESCO, na categoria de Artesanato e Artes Populares. A Comissão de Honra é presidida pelo antigo Presidente da República, António Ramalho Eanes e o processo só termina em junho de 2023, depois da entrega do dossier da candidatura.
Por Lara Inês Cardoso em 03 de Nov de 2022

Na sessão pública de apresentação o presidente da Câmara Municipal Leopoldo Rodrigues, citado em nota enviada às redações, referiu que “ficou claro o papel central do Bordado de Castelo Branco no projeto, que pretende revitalizar e alavancar esta arte tradicional icónica do concelho”, sendo a meta principal “impulsionar e afirmar Castelo Branco como um território criativo, cosmopolita e sustentável”.

 

“O que se pretende é construir um território munido de um ecossistema criativo, uma economia centrada na diversidade, pluralidade, tecnologia, sustentabilidade, modelos pedagógicos capazes de fomentarem a educação integral do Ser Humano, em estratégias integradas de inclusão social, regeneração urbana, de desenvolvimento sustentado do território e daqueles que o habitam”, explica ainda o vice-presidente Hélder Henriques, a quem cabe liderar a candidatura.

 

Na mesma sessão foi anunciada a Comissão de Honra da Candidatura que, apesar de estar em formação, será presidida pelo antigo presidente da república, António Ramalho Eanes e conta também com a adesão do Comendador Joaquim Morão, Ana Abrunhosa, Manuel Cargaleiro, António Sampaio da Nóvoa e outras personalidades que apoiam “a ambição albicastrense”.

 

Apesar deste processo ter começado a ser pensado há alguns meses, ele só termina oficialmente em junho de 2023, quando for entregue o dossier de candidatura à UNESCO, “um compromisso que assumimos e que vamos cumprir”, destacou o edil.

 

Leopoldo Rodrigues acrescenta “não temos certezas de que esta candidatura venha a ter o fim que desejamos, isso depende de uma avaliação de peritos internacionais da UNESCO, mas aquilo de que temos a certeza é que estamos a fazer um caminho, um caminho de afirmação do Bordado de Castelo Branco, da criatividade ligada ao Bordado e da sua promoção”.


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