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Domingo, 23 Fev 2020
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DESPORTO
ALCAINS-2 PROEN?A-A-NOVA-2
Alcains e Proen?a acabaram por empatar, e consequentemente manter os respectivos postos na tabela classificativa. Foi justa a divis?o de pontos, face ao que ambos os conjuntos conseguiram durante os 90 minutos.
Por João Perquilhas em 16 de Jan de 2011

Num jogo que se antevia de qualidade e equilíbrio as expectativas não saíram defraudadas. O Proença entrou melhor na partida, conseguiu um golo que no entanto seria anulado, mas seria o Alcains a conseguir o primeiro golo, na primeira vez que alvejou a baliza contrária.

Daniel Fernandes com tempo e espaço para desferir o remate não rejeitou a chance dando vantagem aos canarinhos, e no minuto seguinte só a fraca pontaria de Hélder Rodrigues, que se isolou,  embargou uma vantagem ainda maior.

Os comandados de Quim Manuel não se desuniram e foram com crença em busca da igualdade. À passagem do minuto 34, Lourenço com um remate de primeira obrigou Jomy a defesa vistosa para canto, na sequência do qual, Sousa cabeceou a rasar a trave.

O intervalo chegava com um sentimento de felicidade caseira, perante um Proença que justificava outro resultado.

Para a segunda metade o Alcains voltou melhor, mas curiosamente seria a vez de acontecer golo na sua baliza. Acácio, sete minutos após o recomeço devolvia o empate à partida com um pontapé de ressaca, e o jogo melhorava ainda mais.

Daniel Fernandes ameaçou pouco depois com um cabeceamento ligeiramente ao lado, mas aos 60`, Nuno Carvalheiro, com um grande golo, dava de novo vantagem à equipa canarinha.

O jogo estava bom e o empate voltou a acontecer sem grande surpresa. Bruno Rodrigues na zona do segundo poste só teve de empurrar para o dois a dois, que seria final, beneficiando de um erro entre o guardião Jomy e um seu colega de sector que deixaram o esférico ao alcance do capitão proencense.

A nove dos noventa o Alcains ainda dispôs de nova oportunidade, mas Filipe Gomes acabaria por cabecear para as mãos de Luís Almeida, quando tinha a baliza á sua mercê.

Foi, enfim, um empate justo. Nenhuma das equipas merecia perder…

A arbitragem de André Nunes ficou marcada pelo lance do golo que anulou, por indicação do seu auxiliar Nuno Farinha, ao Proença no minuto16. Para nós o lance foi mal julgado porque Tomás, em posição de off-side, não interferiu na jogada. Betinho foi quem marcou na própria baliza quando tentou o corte, daí a nossa opinião. Há contudo que entender a sinalética dada. Na altura do cruzamento, o árbitro auxiliar não poderia adivinhar, se a bola iria ou não, em direcção do ponta de lança do Proença. Em tudo o resto, com erros de pequena monta, a arbitragem esteve bastante bem.


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