RCB/TuneIn
sábado, 03 dez 2022
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
SOCIEDADE
STBB AGENDA REALIZAÇÃO DE PLENÁRIOS
Rádio Cova da Beira
O sindicato têxtil da Beira Baixa vem, em comunicado, exigir às empresas do sector que procedam ao aumento do subsídio de alimentação e à valorização das categorias profissionais. O STBB vai realizar, nos próximos dias, diversos plenários, para ouvir as pretensões dos trabalhadores.
Por Nuno Miguel em 24 de Sep de 2022

Outras da categoria:

De acordo com aquela estrutura sindical “é urgente que as empresas percebam o descontentamento geral que já foi demonstrado pelos trabalhadores” a 22 de Julho, dia em que foi realizada uma greve do sector têxtil. Depois de já ter realizado um plenário na empresa “Tessimax” o sindicato agendou reuniões nas empresas “Paulo de Oliveira”, “Haco” e “Penteadora” para os dias 26, 28 e 29 de Setembro, onde promete continuar “com a luta reivindicativa pelo aumento dos salários, dando enfoque primordial ao aumento do subsídio de alimentação”.
O STBB acrescenta que “as actualizações salariais em 2022, resultantes da negociação dos contratos colectivos de trabalho ou ainda os que viram apenas a serem-lhes aplicado a actualização referente ao aumento do salário mínimo nacional, foram insuficientes para compensar as perdas que resultaram do crescimento galopante da inflação e não correspondem aos excelentes resultados das exportações registados até ao mês de Julho”. 
Neste comunicado, o sindicato têxtil da Beira Baixa expressa ainda o descontentamento pelo facto de responsáveis da empresa “Paulo de Oliveira” terem referido ao longo dos últimos meses que “têm falta de mão-de-obra, o que não é verdade, e chega a ser referido nas empresas que o futuro do sector são os trabalhadores de outras nacionalidades”.
A estrutura sindical sublinha que “não se pode afirmar que existe falta de mão de obra quando, no passado mês de Agosto, os trabalhadores que terminavam os seus contratos com a empresa, na sua maioria com a duração de um ano, não os viram ser renovados, deixando muitos trabalhadores sem direito à prestação do subsídio de desemprego ficando sem qualquer meio de subsistência e, no dia imediatamente a seguir à não renovação dos contratos, entraram por via de empresas de trabalho temporário 13 trabalhadores de outras nacionalidades”. Uma situação que o sindicato considera “imoral”, sublinhando que “não se admite que uma empresa que constantemente refere que tem falta de mão-de-obra, proceda desta forma com os trabalhadores”.

  Redes Sociais   Facebook

2007—2022 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados