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Quarta, 28 Out 2020
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SOCIEDADE
MOVIMENTO EMPRESARIAL CONTRA AS PORTAGENS
O Administrador do Grupo IMB Hot?is lan?a um repto aos empres?rios da regi?o para criarem um movimento contra a introdu??o de portagens na A23 e A25.
Por Paula Brito em 23 de Dec de 2010

Luís Veiga considera um escândalo a medida que vai acabar com pequenas e médias empresas na região. O apelo foi deixado pelo empresário no programa Flagrante Directo da RCB "temos que criar um movimento empresarial que diga não às portagens e não pode haver política metida nisto, normalmente a política distorce os objectivos destes movimentos".

Um repto aceite pelos restantes elementos do painel de convidados da RCB. Segundo Ricardo Fernandes, da empresa A Fernandes e Fernandes, com sede no parque industrial do Canhoso, a introdução de portagensa vai representar um custo inesperado de  43 mil euros por ano "só na distribuição regional entre Guarda e Castelo Branco, com os nossos 8 carros, na distribuição aos clientes, sem fazer contas às 500 toneladas de material que a empresa recebe todos os dias do norte e sul do país, senão esses números vão disparar para o dobro ou triplo".

 

João Ferreira ainda não fez as contas mas o gerente da empresa de transportes de Mercadorias Manuel Gonçalves, com sede na Soalheira, considera que não se podem alterar as regras a meio do jogo, o país, segundo o empresário, precisa de planeamento da longo prazo "falta uma estratégia nacional, um sentido de estado nas decisões, um planeamento a 15-20 anos, independentemente de quem está no poder".

 

Para Daniel Reis Amarelo, da empresa DAMAR, quem perde com a introdução de portagens na A23 é a região "eu trabalho num sector que é o agro alimentar, em que trabalhamos com as pequenas empresas da região, com 3 a 4 pessoas, que se tiverem que pagar portagens para virem entregar o leite, não vai chegar".

A introdução de portagens na A23 foi um dos temas em destaque no Flagrante Directo da RCB que juntou à mesma mesa quatro empresários da região, ligados a diferentes sectores de actividade. Todos a uma só voz se manifestaram contra a medida, Luís Veiga foi mais longe ao deixar um repto para a criação de um movimento empresarial, fora de siglas partidárias, contra esta situação penalizadora para a região.


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