RCB/TuneIn
Sábado, 13 Ago 2022
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
POL�TICA
PLATAFORMA ENVIA PROPOSTA AO GOVERNO
Rádio Cova da Beira
Tal como anunciou no final da última reunião do Conselho Geral, a Plataforma P´la Reposição das Scuts na A23 e A25 enviou, esta quarta-feira, ao Primeiro Ministro, Ministra da Coesão Territorial, Ministro das Finanças e Ministro das Infraestruturas e Habitação, a proposta de suspensão imediata do pagamento de portagens
Por Paulo Pinheiro em 29 de Jun de 2022

Na missiva enviada aos membros do Governo, a Plataforma P´la Reposição das Scuts na A23 e A25 considera que as portagens no Interior, “não sendo o único factor de desvantagem competitiva, são, claramente, um dos principais custos de contexto que é preciso eliminar”, frisa.

 

“A suspensão imediata das portagens no Interior (A23, A24 e A25) é uma medida de emergência regional e de bom senso económico que o governo deve implementar com a máxima urgência, sob pena de aquilo que se ganha em cobrança de portagens se perca em actividade económica”, sublinha a Plataforma.

 

Razões que levam os membros da estrutura a solicitar ao Governo proceda à suspensão imediata do pagamento de portagens na A23, a24 e A25.

 

A Plataforma recorda que em 2017, propôs ao governo a redução progressiva das portagens no Interior (A23, A24 e A25) de forma que nessa legislatura fossem integralmente eliminadas. “O facto é que, por razões que não importa por ora invocar, essas portagens, embora tenham já tido reduções no seu valor, ainda vigoram, o que é injusto e penalizador para o Interior, para a sua economia e empresas, para os trabalhadores e para a população em geral”, acentua a Plataforma.

 

 

 

No ofício enviado esta segunda-feira, é ainda destacado “o aumento desmesurado” do preço dos combustíveis, da energia, do gás e dos bens de primeira necessidade, desde o início do ano, que, associado ao custo das portagens e de outras taxas e impostos, “torna incomportáveis as deslocações do Interior para o Litoral e vice-versa e debilita ainda mais a economia do Interior, agravando os indicadores demográficos de envelhecimento da população, de despovoamento com a emigração dos mais jovens, em especial os mais qualificados, e da diminuição da capacidade competitiva do Interior numa economia globalizada”, conclui.

 


  Redes Sociais   Facebook

2007—2022 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados