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Sábado, 14 Dez 2019
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POLÍTICA
SERRA DA ESTRELA SEM T?NEIS
A Serra da Estrala vai ter novas estradas mas n?o contempla a constru??o de t?neis. O secret?rio de Estado das Obras p?blicas espera lan?ar o concurso p?blico para a constru??o do IC6 e IC7 em Mar?o de 2009.
Por César Duarte Ferreira em 23 de May de 2008
A data de Março de 2009, foi anunciada por Paulo Campos, no final de uma reunião realizada em Seia com autarcas e governadores civis de Castelo Branco, Guarda e Viseu. O governante anunciou que tem na sua posse as análises de impacto ambiental e traçados necessários à elaboração de estudos prévios. A empresa que os vai realizar também já foi escolhida e terá dez meses para apresentar os projectos definitivos. A governadora civil do distrito de Castelo Branco diz que se trata se trata de uma opção aceite “pela grande maioria dos presidentes de câmara que concordam com a solução sem túneis, para além das questões ambientais e financeiras.” A governadora civil admite no entanto que não se pode agradar a toda a gente: “eu sei que não é uma solução que agrada a toda a gente. Deixou descontente um presidente de câmara do distrito de Viseu, e pensámos que o presidente da autarquia da Covilhã, que não teve nem se fez representar na reunião, o que o senhor secretário de estado lamentou. Mas todos temos que ser solidários.” O Governo terá optado por duas estradas que vão rasgar a vertente sul da Serra da Estrela: o IC6 que liga a Catraia dos Poços a Seia, seguido depois para Gouveia e Fornos de Algodres com ligação à A25, e o IC7 com início na Covilhã passando por Unhais da Serra, Alvouco seguido até Viseu. Quanto ao traçado a decisão está tomada e será anunciada dentro de dias, garantiu o secretário de estado adjunto do ministro das obras públicas, mas tudo indica que a opção dos túneis está excluída. Alzira Serrasqueiro granate que esta é uma decisão sustentada e “não meramente por vontade política.” De acordo com o secretário de Estado das obras públicas, a opção dos túneis entre a Covilhã, Manteigas, Seia e Gouveia implicaria um investimento mais elevado, superior a 700 milhões de euros e aos benefícios em termos de poupança de tempo e combustíveis.

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