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Quinta, 11 Ago 2022
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CULTURA
TEATRO NO PARQUE VERDE
Rádio Cova da Beira
O Parque Verde da cidade do Fund√£o recebe, na pr√≥xima sexta-feira, a partir das 21h 30m, o espet√°culo de teatro ‚ÄúToadas de c√° e d‚ÄôAl√©m da Ponte ‚Äď O duelo entre Adolpho Fund√£o e √Āgueda Portella‚ÄĚ, produzido pela Associa√ß√£o Mem√≥rias Genu√≠nas e √Āgueda Vintage.
Por Paula Brito Batista em 15 de Jun de 2022

Este teatro será acompanhado de música e terá como intérpretes a Orquestra Águeda Vintage, o Coro Águeda Vintage, a Orquestra Típica de Águeda, o Grupo Coral do Rancho dos Três Povos, o Grupo Coral da Soalheira, a Sociedade Filarmónica Silvarense, a Banda Filarmónica Perovisense, a Filarmónica União de Santa Cruz de Aldeia Nova do Cabo e a Escola do Bombo do Souto da Casa.

 

Um espetáculo onde se assiste “a um duelo entre Adolpho Fundão e Águeda Portella, em que cada um regateia para si ser a fonte de inspiração do autor, esgrimindo os melhores adjetivos para a qualidade artística da sua obra, que vem desde os tempos de estudante em Coimbra”, refere, em comunicado, o município do Fundão.

 

Adolfo Rodrigues da Costa Portela nasceu no lugar de Além da Ponte, em Águeda, a 16 de agosto de 1866.

 

“De personalidade multifacetada, foi poeta, músico, compositor, dramaturgo, tradutor, crítico literário, contista, ensaísta, jornalista, professor, advogado, tesoureiro da Fazenda Pública (em Águeda e no Fundão), administrador dos concelhos de Guarda e Castelo Branco e filantropo, tendo estado ligado, tanto em Águeda, como no Fundão, terra natal da sua esposa, ao surgimento de diversas associações e instituições e desenvolvido inúmeras iniciativas de âmbito cultural e social. Monárquico convicto, acabou ostracizado devido às suas convicções políticas. Após a Implantação da República, fixa-se no Fundão, onde vem a falecer a 17 de novembro de 1923, com 57 anos”.

 

A obra artística de Adolfo Portela, “seja ela do foro musical, poético ou dramatúrgico, reflete o seu amor, tanto pela terra que o viu nascer e crescer, como pela terra que adotara como sua e que o viu morrer”.

 

 

Com ideia original e direção artística de Rogério Fernandes, esta peça de teatro conta com interpretação de Eduardo Dias, Ângelo Castanheira e Joel Reis. 


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