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Sábado, 13 Ago 2022
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POL�TICA
AMF MANIFESTA OPOSIÇÃO À INVASÃO DA UCRÂNIA
Rádio Cova da Beira
A Assembleia Municipal do Fundão manifestou esta sexta-feira, dia 25 de fevereiro de 2022, a sua oposição à invasão da Ucrânia pela Rússia e mostra solidariedade para com o povo ucraniano.
Por Paulo Pinheiro em 27 de Feb de 2022

A Assembleia Municipal do Fundão considera a invasão da Ucrânia pela Rússia como a maior violação do direito internacional de que há memória desde a II Guerra Mundial em espaço europeu, como refere Diogo Cerdeira da bancada do PSD

“A acção militar premeditada, deliberada iniciada pela Rússia é ilegal, desnecessária, inaceitável e injustificável. Presenciamos todos a uma viragem de página na Europa que terá consequências difíceis de imaginar. Perante estes factos a União Europeia, a NATO, os nossos parceiros internacionais, aliados defensores da liberdade e da lei internacional não podem ser complacentes com esta invasão de um país sobreano e amigo da Europa”.

Na recomendação apresentada na última sessão do órgão, realizada na sexta-feira, é sublinhada a ilegalidade da intervenção russa tendo a Europa voltado à guerra e colocada perante uma incerteza económica e social. Um conflito que terá um impacto negativo na vida de milhões de ucranianos a quem a Assembleia Municipal do Fundão manifesta total solidariedade. Sendo o Fundão um exemplo reconhecido ao mais alto nível na integração de com os refugiados de outros países, disse o eleito do PSD, a AMF solicita à autarquia total disponibilidade para receber o povo ucraniano

“Neste difícil momento, e mais do que nunca, o Fundão deve estar disponível para receber o povo ucraniano que procure na Europa um lugar para viver e trabalhar em liberdade. Por isso apelamos à câmara municipal que manifeste ao Governo a sua disponibilidade imediata para receber esses refugiados ucranianos. Confiamos que o Fundão, a todos os seus níveis (social, empresarial e político) saberá proteger o ideal da solidariedade, da liberdade e democracia, saberá acolher, proteger e dar uma oportunidade para que as vítimas da guerra possam no nosso concelho encontrar um futuro pacifico e em liberdade para a sua vida”.

A recomendação foi votada e aprovada por maioria, com o voto contra de Guilherme Frexes da CDU por considerar que o documento branqueia o papel da NATO. 


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