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Domingo, 15 Set 2019
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DESPORTO
BENFICA E C.BRANCO VENCE TOCHA
N?o foi nada f?cil esta vit?ria dos comandados de Nuno Fonseca. O Tocha mostrou-se um bom conjunto, forte nas marca??es, r?pido nas transi??es e mordaz na disputa pela posse do esf?rico. Ao Benfica da Beira Baixa urgia quebrar o engui?o dos jogos disputados no seu terreno e levar de vencida um advers?rio ao seu alcance. Isso foi conseguido mas as 2 expuls?es de jogadores forasteiros, ainda antes de terminar a primeira parte, ajudou ao justo triunfo albicastrense.
Por Jo√£o Perquilhas em 24 de Oct de 2010

Com um bom inicio de jogo por parte de ambos os conjuntos, Tomás punha os donos do terreno na frente do marcador (minuto 6), aproveitando bem uma bola endossada por Ronam, mas o empate surgiria 4 minutos depois num erro crasso do guardião Nuno Morais, que deixou a bola ao alcance de Titá para este agradecer a oferta e empatar a contenda.

Este tento sofrido fez abanar a estrutura caseira que viria a sofrer novo golo à passagem do minuto 29. Jogada rápida pela direita com cruzamento para a área, onde Geovane, sem qualquer marcação, só teve de empurrar. Nos festejos do golo o homem da Tocha excedeu-se pontapeando violentamente a bandeirola de canto, o que lhe valeu a amostragem da cartolina amarela. Era a segunda, e o vermelho que se seguiu deixava a sua equipa com menos uma unidade em campo. José Viterbo de imediato recolocou o seu xadrez de forma a atenuar a expulsão, conseguindo mesmo equilibrar as forças fazendo recuar no terreno um dos homens da frente de ataque.

Os da casa subiram de produção, sujeitando cada vez mais a defensiva contrária a cometer erros ou descompensações, e fruto disso chegavam, com justiça, à igualdade. Aos 40`Fábio Matos arrancou um cruzamento da direita, para Ronam, à ponta de lança, restabelecer a igualdade. Em cima do intervalo Ronam isolava-se quando foi rasteirado por detrás pelo capitão Mauro Paula e acabaria também expulso e deixando o seu conjunto reduzido a 9 elementos para toda a segunda metade.

Nos segundos quarenta e cinco minutos a turma de Nuno Fonseca demorou muito a adaptar-se ao facto de ter mais dois jogadores em campo. O Tocha recuava as suas linhas, jogava agora no erro adversário e nas saídas em contra-ataque que no entanto não surgiam.

O Benfica fazia o que lhe competia pressionando cada vez mais perto da baliza de Marcos, e este acabaria batido pela excelente acção do jovem central João Afonso, que numa subida até à área contrária (75`) cabeceou para o golo que acabaria por ser o da vitória final.

Pouco depois Bábá teve o golo da tranquilidade ao seu alcance mas desperdiçou, levando a que o encontro permanecesse com incerteza no resultado até ao apito final do árbitro Hugo Geraldes. Tudo isto porque o Tocha, mesmo reduzido a nove elementos nunca se deu por vencido, valorizando e muito os três pontos conquistados pela formação do Benfica.

A arbitragem de Hugo Geraldes e seus pares foi um verdadeiro recital de apito! Apitando por tudo e por nada, errou demasiado quer técnica quer disciplinarmente, acertando contudo nas duas expulsões forasteiras. Acabou por não ter influência no desfecho final, mas a sua actuação deixou muito a desejar.


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