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Terça, 18 Jan 2022
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POL�TICA
CARLOS MARTINS VENCE E CONTINUA SEM MAIORIA
Rádio Cova da Beira
Na União de Freguesias de Covilhã e Canhoso, Carlos Martins, candidato do Partido Socialista, conseguiu aumentar a percentagem na votação de há quatro anos, mas não o suficiente para aumentar o número de mandatos. Concorrência uniu-se praticamente toda numa só candidatura e conseguiu igualar o número de mandatos dos socialistas. CDU também reforçou votação.
Por Paulo Pinheiro em 29 de Sep de 2021

Nesta união de freguesias, Carlos Martins, também já enquanto candidato do PS. tinha vencido as eleições em 2017, na altura com praticamente 41%. Elegeu na altura 6 mandatos num poder minoritário que foi exercendo ao longo dos quatro anos. Nessa altura, o CDS-PP conseguiu 3 mandatos, o movimento De Novo Covilhã conseguiu outros 2 e CDU e a coligação PSD/PPM conseguiram um mandato cada um. Apenas o Bloco de Esquerda, com 3%  da votação, não teve qualquer eleito.

 

Já nas eleições deste domingo, Carlos Martins saiu reforçado percentualmente, tendo agora praticamente 43%, ou seja um aumento de 2%, mas essa subida não lhe deu mais um mandato, mantendo os 6 que já tinha. Ainda assim, em número de votos, o autarca socialista desceu, passa de 4143 (em 2017) para 3685. A diferença é que CDS-PP e PSD se uniram em coligação, juntamente com a Iniciativa Liberal e que o Bloco de Esquerda e o De Novo Covilhã não se apresentaram a eleições neste ato eleitoral. Essa candidatura de coligação à direita, liderada por José Horta, conseguiu os mesmos mandatos que Carlos Martins, 6, com 39.68% da votação, numa diferença de pouco mais de 200 votos para o vencedor. Ficou portanto com os mandatos que tinham CDS-PP, De Novo Covilhã e PSD/PPM separadamente.

 

Já a CDU, com Miguel Fiadeiro, reforçou a sua votação e conseguiu 12.25% dos votos, mais quase 4% que nas últimas eleições, e manteve o mandato que já havia obtido por essa altura.

 

Referir que entre estes quatro anos, a união de freguesias perdeu quase 1.400 eleitores e que a abstenção aumentou mais de 7%, sendo agora de cerca de 52%.

 

 

 

c/ Fernando T. 


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