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Sexta, 19 Out 2018
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DESPORTO
OLIVEIRA DO BAIRRO - 2 COVILHÃ - 1
Sporting da Covilhã cede mas continua com 7 pontos de vantagem . Ao marcar em momentos cruciais , o Oliveira do Bairro acabou por vencer uma partida onde foi feliz, enquanto que o Covilhã , por tudo aquilo que fez especialmente na primeira metade , não merecia tamanha punição. Contudo , há que dizê-lo, no futebol ganha quem marca.
Por João Perquilhas em 21 de Apr de 2008

Sofrer um golo ainda antes do terceiro minuto de jogo , não estaria certamente nos planos da dupla Luciano/Joanito. Mas uma boa jogada pelo lado esquerdo do ataque local , desenvolvida por Dani que cruzou longo para Miguel Tomás cabecear com êxito , acabou por contrariar as ambições dos leões da serra. A reação dos lideres da série C foi rápida e depressa semearam o pânico na área local.Contudo, a finalização das boas jogadas de ataque foram sendo esbanjadas e isso obstou a que a desvantagem fosse anulada. Aos 7 minutos, Gomes, com um remate cruzado obrigou Mário Júlio à defesa da tarde e alguns minutos depois seria a vez de Paulo Vaz cobrar um livre para Sérgio Rebordão, ao segundo poste, cabecear a centimetros deste. O dominio da partida pertencia por inteiro aos da Covilhã que voltariam a desperdiçar nova chance de golo à passagem dos vinte minutos. Desta vez foi Fabricio a escapar-se à defensiva da casa mas não conseguiria o empate porque, o guardião local com uma mancha perfeita diminuiu o ângulo, pelo que, o remate de Fabricio, de tão colocado que foi , passou rente ao poste. Apenas dois minutos depois o perigo voltou a rondar as redes de Mário Júlio mas a cerimónia dos covilhaneses na hora do remate levou ao desperdicio de mais uma bela situação de empate, até porque estavam em superioridade numérica na área adversária. Até aí , os locais pouco mais tinham feito que o golo que lhes dava vantagem, mas entre os 25 e os 35 minutos, a equipa da casa conseguiu sair a jogar em contra ataques rápidos e criou mesmo muitos embaraços à defesa do Sporting da Covilhã . As hostilidades amainaram , mas ainda antes do intervalo , uma boa triangulação do ataque serrano quase dava frutos quando Fabricio apareceu a finalizar, mas mais uma vez, o remate saiu ao lado .

A segunda metade da partida iniciou-se tal como tinha terminado a pimeira, isto é, com o Covilhã na mó de cima. Mas a tarde não era de acerto para os avançados... Aos 52`, Paulo Campos dentro da pequena área fez brilhar o guarda redes Mário Júlio que com uma defesa espantosa evitou mais uma vez o golo que os serranos tanto mereciam. Nesta fase da partida, os locais, a explorarem o contra ataque e o erro adversário aproximavam-se bastas vezes da baliza de Igor Araújo e pouco depois dos sessenta minutos conseguiam o segundo tento. Bola bem trabalhada na esquerda, com cruzamento a papel quimico do primeiro golo, e novamente Miguel Tomás a finalizar com êxito. Este golo pareceu afectar a equipa serrana e aos 66 minutos valeu Igor Araújo com uma defesa apertada a evitar o terceiro. Nos últimos dez minutos o Covilhã carregou com tudo. André ameaçou com um remate a rasar a trave e Fabricio acabaria mesmo por encurtar distâncias quando transformou com êxito uma grande penalidade a punir mão na bola de Rui Castro no interior da sua área. Os dois minutos que faltavam disputar até ao final dos 90 regulamentares mostravam-se curtos para pelo menos se conseguir o empate, e os quatro de compensação acabaram por ser bem geridos pela equipa da casa que assim conseguia a vitória.

A arbitragem de Rogério Ribeiro e seus pares não teve qualquer influência no resultado final .

 

 

 

 


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