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Domingo, 19 Set 2021
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POL�TICA
MIGUEL FIADEIRO QUER GESTÃO PARTICIPADA
Rádio Cova da Beira
O desenvolvimento da Covilhã e do Canhoso tem de ser um trabalho conjunto, “sem assentar em visões fechadas”, disse Miguel Fiadeiro na apresentação da equipa e do projeto da CDU para a União de freguesias de Covilhã e Canhoso.
Por Paula Brito em 23 de Jul de 2021

Candidato independente, mas crente na política da Coligação Democrática Unitária, Miguel Fiadeiro fez o balanço do trabalho que o partido tem feito na assembleia de freguesia, com apenas um eleito.

“Não houve problema que não tinha sido colocado pela CDU, bem como a exigência da sua resolução. Foi assim com a apresentação de documentos orais e escritos sobre os mais diversos assuntos, sobre a obrigatoriedade de publicitação de contratos celebrados pela junta de freguesia, sobre o despedimento de uma trabalhadora, que está por esclarecer ainda, sobre o estado de abandono de diversas zonas da freguesia…”

Quanto ao balanço da gestão socialista, “não passa no exame”, resumiu o candidato da CDU.

Baseado numa gestão participada, Miguel Fiadeiro apresentou o projeto da CDU à União de freguesias de Covilhã e Canhoso.

 

“Lutaremos pela devolução da freguesia do Canhoso à sua população e, por isso, digo que sou candidato a uma União com duas freguesias. Defenderemos a descentralização das assembleias de freguesia de modo a aumentar a participação da população e a permitir o seu visionamento via digital, implementaremos um plano de intervenção social de combate ao isolamento, à pobreza, à desigualdade. Não deixaremos escapar oportunidades de concorrer a fundos comunitários. Exigiremos, junto do município, um plano de mobilidade da cidade, com percursos pedonais e sem barreiras arquitetónicas e transportes públicos a preços acessíveis.”

 

O candidato da CDU à presidência da câmara da Covilhã, Jorge Fael, aproveitou a ocasião para falar do projeto da CDU para o município.

 

“Aproveitar as potencialidades que temos. Lutar, sem descanso, pelo trabalho com direitos, não ser subserviente perante o governo. Esta câmara, bastas vezes, entre os interesses do concelho e a posição do governo opta por esta segunda, é inaceitável. O concelho continua a perder população, entre 2009 e 2020, o concelho perdeu mais de 10% da sua população, não é obviamente responsabilidade única do poder local, mas, votando CDU é também um contributo para mudar a politica nacional que tem grande responsabilidade na desertificação humana e económica do interior.”  

 

C/ Lara Cardoso 


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