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domingo, 29 jan 2023
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CULTURA
FESTIVAL Y# 17: RESIDÊNCIA ARTÍSTICA DE FREDERICO DIAS
Rádio Cova da Beira
A partir desta segunda-feira, 12 de Julho, e durante uma semana, o Festival Y#17 – festival de arte performativas 2021, organizado pela Quarta Parede, recebe a residência artística “Transient Boundaries” de Frederico Dinis.
Por Paulo Pinheiro em 12 de Jul de 2021


Sinopse :

“Transient Boundaries” é um projeto de investigação e de criação artística (practice-as-research) inspirado no património material e imaterial associado aos lanifícios da Covilhã e que se enquadra na área da performance audiovisual site-specific. Esta residência artística tem como propósito a criação de uma performance a apresentar em setembro próximo e que explora a natureza diversa do som e sua relação com a imagem, estabelecendo uma ponte com a reconstrução de uma envolvente sensorial que remete para lugares (des)conhecidos e procura gerar interpretações diversas.

 

Ficha Artística

Conceito, gravação, edição, som, imagem e composição: Frederico Dinis I Produção: Quarta Parede - Festival Y#17 I Apoio: Quarta Parede, Pensamento Voador, CEIS20 – Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, ObEMMA - Observatory of Electronic Music and Media Art

 

Área artística: arte site-specific


Sobre Frederico Dinis

 

Investigador, artista audiovisual, artista sonoro e compositor que procura representar um espaço-tempo figurativo, combinando narrativas sonoras e visuais com espaços incomuns, muitas vezes desenvolvidos em colaboração com artistas visuais, dançarinos, coreógrafos, intérpretes, músicos e curadores.

O seu trabalho artístico é enquadrado na área de performance sonora e visual e procura fomentar processos audiovisuais que se movem entre passado e presente, comunidade e indivíduo, e entre tipos específicos de performatividade.

Reflete sobre a importância de contextos específicos do local e do sentido do lugar, e a relação entre performatividade e representação da memória, tomando como ponto de partida a interação com espaços, e a apropriação de memórias e discursos. Procura gerar diferentes interpretações e emoções ambíguas através do diálogo entre som e imagem, permitindo ao espectador experimentar uma imersão contemplativa, a fim de ser transportado para lugares que ele não conhece ou reconhece.

Como artista a solo, lançou sete obras de música eletrónica ambiente. Suas sonoridades são híbridas e integram um conjunto de influências: ambiente, drone, paisagem sonora, soft noise e o minimal electronic. As suas composições baseiam-se em gravações de campo, texturas atmosféricas e padrões em evolução, marcados por ritmos fragmentados. 


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