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Quarta, 18 Set 2019
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POL√ćTICA
MAIS EMPREGO NO FUND?O
At? ao final do actual mandato aut?rquico, Manuel Frexes, espera criar quatro centenas de novos postos de trabalho no concelho do Fund?o. O objectivo foi tra?ado pelo autarca no final da visita que o executivo municipal efectuou ? zona industrial.
Por César Duarte Ferreira & Nuno Miguel em 08 de Apr de 2008

Manuel Frexes, presidente da câmara do Fundão, acrescenta que desde que iniciou funções, à cerca de seis anos, já foram criados 1500 empregos no concelho do Fundão “e que neste ano e meio quero criar ainda mais 400 postos”.

O autarca refere que a grande maioria dos postos de trabalho que vão ser criados dizem respeito à área social: “ até ao fim do ano, para além dos lares que estão em construção ainda vão ser criados mais 6 lares e 300 camas para idosos.”

Mas também há novos investimentos  previstos  para a zona industrial e Manuel Frexes espera que o inicio do próximo ano possa estar instalada uma empresa do ramo de energia “ de tecnológica muito avançada que vai produzir para o mundo inteiro”  e que vai criar 50 novos postos de trabalho.

Ainda na zona industrial estão previstos novos investimentos. No mês de Junho vão ser inauguradas as lavandarias Such, que vão tratar das roupas dos hospitais do Fundão, Covilhã e Castelo Branco.  Um investimento que vai permitir a criação de 50 novos postos de trabalho no concelho.

Para já 3 unidades hospitalares vão tratar as suas roupas nesta lavandaria, mas a intenção é que esse serviço também possa ser prestado aos hospitais da Guarda e Portalegre. Rui Maciel, responsável da empresa Such, acredita no potencial de crescimento desta unidade: “vai ser uma unidade moderna que vai garantir o tratamento das roupas hospitalares em condições de higiene e segurança óptimas. No inicio vamos tratar cinco toneladas de roupa dia e empregar de 40 a 50 pessoas, mas a tendência é para crescer até as 60 a 70 pessoas.

Nesta visita à zona industrial o executivo também ficou a conhecer o projecto da antiga empresa “Massito” agora  rebaptizada  como “ Proud Momentes”. Francisco Cabral, um dos gerentes, explica que até ao final deste ano “ vão necessitar de 25 a 30 pessoas, mas o quadro completo vai precisar de 170 pessoas, pois vamos seguir uma nova linha de casacos.”

Uma empresa que recentemente passou por dificuldades e onde Manuel Frexes destaca o papel “  de um senhor com provas dadas, o dono da Carvest, que agarrou nesta empresa e ajudou-a a ser lucrativa.”

     

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