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Domingo, 05 Dez 2021
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CULTURA
ALMA AZUL DESAFIA LEITORES
Rádio Cova da Beira
A Alma Azul assinala os 250 anos de Castelo Branco com um desafio a todos os seus leitores, jovens e adultos, que de algum modo conhe莽am aquela cidade: enviar para o correio electr贸nico: alma.azul.1999@gmail.com uma frase a definir a cidade de Castelo Branco, no pr贸ximo s谩bado, dia 20, das 9 脿s 20 horas.
Por Paulo Pinheiro em 13 de Mar de 2021

Não um poema, uma carta ou uma nota histórica, mas apenas uma definição da cidade albicastrense”, refere a editora em comunicado.

 

A Alma Azul premiará 25 dessas frases com a oferta de um dos livros, à escolha do premiado: “Monografia de Castelo Branco”, de António Roxo; ou “Confraria de Nossa Senhora do Rosário – Espelho de Quereres e Sentires”, de Maria Adelaide Neto Salvado.

 

Recorde-se que Nossa Senhora do Rosário foi escolhida como padroeira da cidade de Castelo Branco, em sessão de Câmara, no dia 15 de julho de 1787.

 

Dois livros importantes para conhecer melhor a cidade de Castelo Branco.

A Monografia que António Roxo dedicou à cidade, teve uma primeira edição em 1890, impressa na Typographia Progresso, mas a edição que vai ser oferecida é a de 2005, editada pela Alma Azul, com o apoio do município de Castelo Branco.

 

António Roxo foi um investigador local apaixonado pela sua cidade, que recolheu na monografia muita da história e vida de Castelo Branco, até ao século XIX. Trata-se um investigador com gosto pela escrita, como indica o extraordinário relato das Invasões Francesas pela Rua de Santa Maria, na ocupação do Paço Episcopal, e a descrição de muitas das pilhagens dos soldados franceses em Castelo Branco.

 

“Tudo com uma riqueza estilista digna de nota; e que os leitores podem revisitar através do livro que a Alma Azul oferece para Leitura”, afirma a editora.

 

O livro “Confraria de Nossa do Rosário de Castelo Branco – Espelho de Quereres e Sentires”, é de 1998, numa edição da “A Mar Arte”; de Coimbra; e ao longo das 558 páginas narra a história da Confraria que marcou a cidade durante séculos (desde o século XVII), muito antes de o Município ter decretado Nossa Senhora do Rosário como padroeira da cidade de Castelo Branco.

“A iniciativa é simbólica, mas permite uma aproximação afetiva à Cidade de Castelo Branco, através da cidadania participativa e da leitura”., conclui a Alma Azul.

 


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