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Segunda, 12 Abr 2021
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SOCIEDADE
AMP APROVA PLANO DE DEFESA DA FLORESTA
Rádio Cova da Beira
A Assembleia Municipal de Penamacor (AMP) aprovou, por unanimidade, o Plano Municipal de defesa da floresta contra inc√™ndios. Um documento estrutural que pretende aumentar a resili√™ncia do territ√≥rio, a redu√ß√£o de incid√™ncias, a melhoria da efic√°cia do ataque, a recupera√ß√£o dos ecossistemas e dotar o concelho de uma estrutura org√Ęnica eficaz.
Por Paula Brito em 01 de Mar de 2021

O plano municipal de defesa da floresta contra incêndios para a próxima década (2021/2030), é um instrumento de planeamento florestal que traça as linhas orientadoras para proteger um concelho em que 77,78% do seu território é constituído por floresta e áreas agrícolas.


O pinheiro bravo (47%) e o eucalipto (29%) predominam, “constituindo um elevado risco de ocorrência e propagação de incêndios rurais”, já o sobreiro (14%) e a azinheira (8%) constituem barreiras à propagação das chamas. Pode ler-se no documento que o presidente da autarquia, António Beites, considera estrutural para o concelho.

 

“Este plano, elaborado pelo Gabinete técnico florestal, traz linhas orientadoras para todo o concelho, um documento estrutural e de importância vital para o concelho estar protegido contra incêndios.”

 

O concelho de Penamacor, na última década, “e contrariamente ao que tem acontecido em muitos dos concelhos do distrito de Castelo Branco, apresenta pouca área ardida, salientando-se uma área, nas freguesias de Meimão e Vale da Sra. Da Póvoa, que arde em anos consecutivos, devido a incêndios que na sua grande maioria tiveram o seu ponto de início no concelho do Sabugal.” Refere o documento que acrescenta duas áreas mais recentes, uma a norte do núcleo urbano de Penamacor, outra na zona da Mata da Rainha.

 

O plano agora aprovado é a espinha dorsal a que se junta, todos os anos, o plano operacional atualizado.

 

“Este é o documento estrutural, depois, todos os anos, até 15 de abril, aprovamos o plano operacional onde é vertida toda a estratégia anual que tem de estar alinhada com o plano que hoje aqui aprovámos.”

 

Relativamente ao número de ocorrências por ano, o registo máximo foi de 76, no ano 2005. Por sua vez, os anos de menor número de ocorrências foram, 2014 (10), 2016 (12) e 2019 (16).


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