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Quinta, 25 Fev 2021
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POL�TICA
PCP EXIGE REFORÇOS DE MEIOS PARA O SNS
Rádio Cova da Beira
A direcção da organização regional de Castelo Branco do PCP vem, em comunicado, defender a necessidade de reforçar o serviço nacional de saúde e o combate à Covid-19. Aquela força política procedeu este fim de semana à colocação de faixas junto a unidades de saúde em Castelo Branco, na Covilhã e no Fundão.
Por Nuno Miguel em 22 de Feb de 2021
De acordo com o PCP “numa altura em que se regista uma diminuição de casos positivos e um abrandamento da pressão sobre as unidades do serviço nacional de saúde, é urgente preparar o regresso à actividade normal e recuperar os atrasos verificados noutros planos da saúde”.
Para a direcção da organização regional de Castelo Branco “é fundamental fixar todos os recursos humanos contratados com vínculo precário no âmbito do combate à pandemia e planificar a médio prazo o reforço dos cuidados de saúde primários”, sublinhando que “a prevenção da doença deverá ser o desiderato estratégico do SNS e não apostar apenas no reforço dos meios no combate à doença e na perspectiva hospitalar”. 
O reforço financeiro das instituições “que não pode ficar circunscrito à população, mas enfatizar o grau de dependência e índice de envelhecimento” e “fomentar a diferenciação técnica dos recursos humanos e técnicos em parceria com a academia em termos do centro académico das Beiras” são outras das reivindicações apresentadas”.
A direcção da organização regional considera que “a precariedade, insegurança no futuro, excessiva carga de trabalho desvalorizado e mal pago, falta de recursos humanos e de modernização de equipamentos e a excessiva burocratização do quotidiano, têm fragilizado o SNS e a capacidade de resposta que pode e deve dar”. Por isso considera “urgente a implementação de um plano estratégico para o serviço nacional de saúde e não desbaratar recursos financeiros sem uma política de coesão social e territorial”.
Neste comunicado o PCP exige ainda o reforço das unidades de saúde pública com mais 500 profissionais, maior capacidade de internamento e resposta em cuidados intensivos, com a abertura de mais 409 camas e a contratação de mais 47 médicos, a contratação de 935 médicos, 630 enfermeiros, 465 assistentes técnicos e 110 assistentes operacionais para os cuidados de saúde primários e uma vacinação mais rápida e para todos “com a exigência à União Europeia que não fomente a cartelização do negócio das multinacionais farmacêuticas”.

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