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Sábado, 27 Fev 2021
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SOCIEDADE
COVILHÃ CRIA RETAGUARDA NO SEMINÁRIO DO TORTOSENDO
Rádio Cova da Beira
Com o objetivo de “descomprimir e aliviar a tensão sobre o hospital”, a câmara da Covilhã, o Centro Hospitalar Universitário da Cova da Beira (CHUCB) e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) vão criar uma “espécie de hospital de retaguarda" no Seminário do Verbo Divino, no Tortosendo, com capacidade para 30 camas.
Por Paula Brito em 22 de Jan de 2021

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A informação foi deixada esta manhã por Vítor Pereira, durante a reunião pública do executivo. No final, à comunicação social, o autarca covilhanense especificou os objetivos do espaço, “é um sítio com todas as condições técnicas e adequadas, com comodidade, conforto e assistência dos profissionais de saúde, de doentes que, estando já tratados, tendo sido objeto do tratamento que deveriam ter tido no hospital, e estando numa fase de recuperação, saírem do hospital e aliviarem as Urgências e as enfermarias dedicadas sobretudo à Covid. É uma retaguarda onde as pessoas recuperam tendo em vista a normalização das suas vidas.”

 

O edifício, segundo o edil covilhanense, vai ser cedido em regime de comodato, mas precisa de uma intervenção.

 

“Trata-se de um edifício bom, bem construído, quartos que todos eles têm casa de banho, alguns mais do que uma cama, têm aquecimento, ainda ontem os engenheiros da câmara e do centro hospitalar lá estiveram porque já não funciona há um ano e carece de afinação e de uma intervenção, que vai ser feita muito rapidamente e adaptação porque o edifício não foi criado para ser nenhum hospital.”

 

Quanto aos profissionais que ali vão prestar serviço, saúde, segurança social e voluntariado, é a solução que está a ser estudada pelos parceiros que tentam sensibilizar, sobretudo médicos, para a causa.

 

“Sei que o senhor presidente do conselho de administração do CHUCB está a contactar profissionais de saúde que se reformaram há pouco tempo, ou mais tempo, mas que estejam disponíveis e que tenham a possibilidade de ali prestarem serviço. Nesta altura de guerra temos que recorrer a todos os meios sabendo que são pessoas que são muito habilitadas, têm muita experiência e sabedoria e sobretudo muita humanidade, porque todos esses aspetos são importantes nesta batalha.”

 

Questionado sobre o prazo previsto da abertura deste espaço que será sobretudo dedicado a recuperação de doentes com Covid-19, Vítor Pereira diz que “é para ontem” deixando a ideia de que é urgente criar uma retaguarda para “aliviar a tensão sobre o hospital.”


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