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Domingo, 20 Out 2019
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DESPORTO
RUI QUELHAS QUEBRA O SIL?NCIO
Na primeira entrevista depois de ter sa?do da associa??o de Futebol de Castelo Branco (AFCB), o antigo secret?rio geral, explicou os motivos da sua sa?da. Os esclarecimentos foram dados no programa RCB, Panorama Desportivo.
Por César Duarte Ferreira em 02 de Apr de 2008

“Na última reunião da direcção alguns elementos perderam a confiança em mim e puseram a hipótese de se demitir. Eu não podia pôr este cenário das pessoas se demitirem por minha causa e saí eu.” Esta foi a principal razão que Rui Quelhas, antigo secretário geral da AFCB apontou para a  saída do órgão. O ex-dirigente revelou ainda ter ficado surpreendido com a atitude dos seus colegas da direcção e que já podia ter saído, há cerca de um mês e meio, da associação.Confirmados ficaram também os problemas de comunicação com Mário Minhós, presidente da associação de futebol de Castelo Branco: “Eu não acho normal naquela casa um presidente nunca ter telefonado ao seu secretário geral.”Rui Quelhas alertou ainda que a situação financeira do organismo é muito complicada “mas a associação é uma casa viável.”O antigo secretário geral garantiu que não vai ser candidato à presidência da AFCB, nem quer regressar ao organismo a curto prazo. No imediato tem de haver mexidas: “Nada ficará igual, e os clubes vão tomar as rédeas desta casa.”A demissão de Rui Quelhas é já a terceira na direcção da associação depois de João Manuel Petrucci e Manuel Ribeiro.Apesar das várias tentativas para obter uma reacção de Mário Minhós, até agora não tiveram êxito  

Reacções: 

“Existe muita coisa a esclarecer aos clubes, e espero que eles abram os olhos. E não vejo lugar melhor que uma assembleia geral.”                                    
Vítor Rebordão, presidente da ADE 

“A saída do Rui Quelhas é uma má notícia para o futebol e o futsal do concelho. Pois conhecia tudo o que estava a ser feito.”                                 
Sérgio Salvado, presidente do GCA nas Donas 

“Eu acho que ele (presidente da AFCB) deve demitir-se. Vamos aguardar pelo que vai acontecer porque de certeza as coisas vão ser alteradas.
José Mendes, presidente do Sporting da Covilhã 

“Ele (presidente da AFCB) tem de cair. Só tem esse caminho. Eu até digo que devia haver eleições totais dentro de dois ou três meses para deixar as pessoas pensarem. Se não for assim, deve haver eleições antecipadas para a direcção.”
António Anjeja, presidente da ADF

“A assembleia geral da associação tem de agir. Este órgão tem uma palavra a dizer sobre toda esta situação.”

Henrique Gigante, Presidente do EZ da Boidobra

 

“Já tinha ficado com o pressentimento que esta eleição tinha sido um pouco coxa. Era previsível que esta situação viesse a acontecer, mas que lamento porque é para mal do futebol do distrito. Eleições antecipadas são sempre uma possibilidade.” 
Paulo Rosa, presidente do GD Mata           

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