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Sexta, 15 Jan 2021
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POL�TICA
PRIMEIRO PASSO PELA ABOLIÇÃO
Rádio Cova da Beira
A plataforma pela abolição das portagens na A 23 e na A 25 considera que a redução de 50 por cento do valor actualmente cobrado, que vai constar do orçamento de estado para 2021, é um primeiro passo no sentido de concretizar o objectivo de que as vias voltem a ser sem custos para o utilizador até final desta legislatura.
Por Nuno Miguel em 27 de Nov de 2020

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Em comunicado a plataforma afirma que “após quase dez anos de pressão e luta” a Assembleia da República “finalmente aprovou uma redução de 50% no preço das portagens na A23 e na A25 a vigorar a partir de 1 de Julho de 2021, quando na votação inicial foi aprovado a partir de 1 de Janeiro”. Um resultado “positivo” e para o qual “foi decisiva a luta travada e em particular a assembleia cívica e de indignação” que decorreu no passado mês de Outubro assim como “a memorável marcha lenta do passado dia 20 de Novembro”.
A plataforma manifesta ainda o ser reconhecimento publico aos grupos parlamentares do PCP, do PEV e do BE, bem como ao PSD e ao seu deputado eleito pelo círculo eleitoral da Guarda “que tendo sido o partido que introduziu as portagens nas scuts, decidiu agora, e bem, proceder à apresentação de uma proposta de redução de 50% que conseguiu ainda agregar os votos do CDS-PP, a abstenção do PAN, tendo, lamentavelmente, os votos contra do PS e da Iniciativa Liberal”.
Com esta votação “a maioria dos deputados correspondeu ao nosso apelo de entendimento naquilo que era essencial; uma decisão que trouxesse resultados concretos para as populações e para a economia. A redução dos 50% é já um bom contributo e inicia o caminho da reposição das vias sem custos para o utilizador a curto prazo”. No entanto a plataforma lamenta que “os deputados do PS, em especial os seus eleitos pelo Interior, não tivessem feito parte da solução.” 
Neste comunicado a plataforma manifesta “disponibilidade para manter o diálogo com o governo, e em especial com o primeiro ministro e com a ministra da coesão territorial, para durante o ano de 2021 se encontrarem soluções que garantam a reposição das scuts até ao final da presente legislatura” e exige que “no imediato se cumpra e aplique uma lei da República, soberanamente aprovada no parlamento” pelo que se vai manter atentos ao evoluir deste processo.
Quanto a futuras intervenções a realizar, vão ser definidas numa reunião do conselho geral da plataforma que vai ser convocada em breve.

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