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Quarta, 27 Jan 2021
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CULTURA
FORA DO LUGAR ARRANCA HOJE
Rádio Cova da Beira
A partir desta sexta-feira e até dia seis de Dezembro vai estar a decorrer a nona edição do “Fora do Lugar”. O festival internacional de músicas antigas vai voltar a ter as suas actividades centralizadas em Idanha-a-Nova, privilegiando em 2020 as actividades online devido à situação de pandemia.
Por Nuno Miguel em 20 de Nov de 2020
O programa de concertos online abre nos dias 20 e 21 de novembro, com duas propostas dedicadas a Johann Sebastian Bach. O concerto de abertura, já esta sexta-feira, pelas 21h30, está a cargo de João Barradas. No dia seguinte, Miguel Amaral e Pedro Rodrigues, apresentam o seu primeiro projeto em comum, “Khitar 12.”6, num programa encomendado especialmente para o festival. No dia 27 de novembro, pelas 21:30, há concerto do grupo Üryan, composto por Raquel Reis (violoncelo), Tiago Santos (percussão) e Gulami Yesidal (saz e voz), músico turco que vive em Portugal há cinco anos e lidera esta visita às cores, sons e cheiros da sua Anatólia. No dia 28, o músico Carlos Rodrigues, também conhecido por Kabeção, estará no “Fora do Lugar” com o seu invulgar e apaixonante instrumento, o handpan.
O último fim de semana do Fora do Lugar 2020 começa com um concerto do ensemble português O Bando de Surunyo, dirigido pelo alaudista Hugo Sanches, no dia 4 de dezembro, pelas 21h30. A nona edição do festival termina com Galandum Galundaina de Paulo Preto, Paulo Meirinhos, Alexandre Meirinhos e João Pratas.
O diretor artístico do Fora do Lugar, Filipe Faria, refere que esta edição pretende “assumir um exemplo de regresso à normalidade, ou a um novo normal ainda em construção, contribuindo para que o tecido cultural e artístico recupere do tsunami que brutalmente o afectou. A programação foi integralmente redesenhada, procurando ser irreverente e surpreendente”.
Já o presidente da câmara de Idanha-a-Nova afirma que este festival está alinhado com a estratégia de Idanha-a-Nova, enquanto cidade criativa da Unesco na área da música. Armindo Jacinto afirma que “ao longo dos anos, a ligação entre a dimensão global da música e a experiência de a vivenciar nas terras de Idanha tornou este festival como uma iniciativa especial. Este ano, com um programa que pode ser acompanhado a partir de casa, voltará a revelar um território que se reinventa e persiste em trilhar um caminho feito de legados, mas de rosto voltado para o futuro”.

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