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SOCIEDADE
ERES: LIQUIDAT?RIO MOVE PROCESSO AO SINDICATO
O liquidat?rio da empresa ERES vai mover um processo judicial ao presidente do Sindicato T?xtil da Beira Baixa (STBB). Jo?o Carvalho diz que ? a segunda vez, no decorrer do processo, que o sindicato coloca o seu bom nome, compet?ncia e at? vida privada em causa.
Por Paula Brito em 31 de Mar de 2008

A gota de água foi o comunicado do STBB que dizia que o liquidatário da empresa era o único que tinha a ganhar com a demora do processo uma vez que recebe honorários mensais que só cessam no final. João Carvalho desmente dizendo que "já não recebo honorários desde o passado mês de Janeiro, altura da apresentação das contas, por opção própria uma vez que continuo a ter trabalho com o processo". João Carvalho adianta ainda que "as aplicações financeiras que fiz ao longo dos últimos anos do dinheiro da venda da empresa deram não só para pagar os meus honorários como as despesas de processo e ainda sobrou dinheiro que irá beneficiar as trabalhadoras". Para o liquidatário judicial da empresa ERES a atitude do sindicato só revela "ou ma fé ou desconhecimento do processo".

Quanto à acusação do STBB que em comunicado diz que "o liquidatário judicial retirou o dinheiro das trabalhadoras para o entregar ao fundo de garantia salarial violando a sentença do tribunal da relação de Coimbra", João Carvalho esclarece dizendo que se limitou a cumprir a lei que o obriga a pedir parecer a todos os membros da comissão de credores. Perante os pareceres recolhidos, João Carvalho elaborou dois mapas de rateio que entregou à juíza do processo "um divide o dinheiro por todas as trabalhadoras independentemente de já terem recebido do Fundo de Garantia Salarial, o que significa que nos casos individuais das trabalhadoras que já receberam, o dinheiro reverte para o fundo, este é o entendimento da maioria dos credores". O segundo mapa de rateio que apresentou é, segundo João Carvalho, a versão defendida pelo sindicato "o dinheiro distribuído apenas pelas trabalhadoras que não receberam do Fundo de Garantia Salarial".

João Carvalho recorda que a decisão está agora nas mãos da juíza do processo.


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