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Segunda, 30 Nov 2020
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POL�TICA
AUSÊNCIA DE TRABALHO ESTÁ À VISTA DE TODOS
Rádio Cova da Beira
É desta forma que o eleito do CDS/PP na assembleia de freguesia da Boidobra classifica a acção do executivo da junta, três anos depois da cerimónia de tomada de posse dos órgãos autárquicos naquela vila do concelho da Covilhã.
Por Nuno Miguel em 26 de Oct de 2020
Em comunicado, António Freitas sustenta que desde o início do mandato que o CDS/PP “tem apresentado propostas”, apontado como exemplos a realização do mercado da freguesia, a necessidade de intervir nas casas de habitação social ou a oferta de transportes públicos. Assuntos que, até à data “ainda não mereceram qualquer tomada de posição por parte do executivo”.  
O eleito do CDS/PP acrescenta que no início do mandato a junta de freguesia apontou algumas intervenções prioritárias como “a requalificação do edifício da junta, do polidesportivo da alâmpada e a rota do moinho”. Passados três anos, António Freitas questiona “onde estão as obras prometidas ao longo destes três anos”, afirmando ainda que “a pouca informação que o presidente do executivo se digna prestar aos eleitos, peca por ter pouco rigor e pouca fiabilidade”.
António Freitas afirma ainda que “em boa altura foi criticado o executivo pelo número de vezes desde que foi eleito em que usou da palavra na assembleia municipal para referir assuntos desta freguesia. A partir desse momento, finalmente a Boidobra ganhou outra voz naquele órgão. O seu representante deixou de se limitar a intervenções políticas partidárias e passaram a ter um cariz de interesse local”, sublinhando que o presidente da junta de freguesia “tem assento na assembleia municipal, não como comunista mas como representante dos boidobrenses”.
Passados três anos desde o início do mandato, o eleito do CDS/PP sustenta que “a ausência de trabalho está à vista de todos”, referindo que “perante o nervosismo e desorientação do PCP face ao bom trabalho que o CDS tem efectuado, resta afirmar que não tememos a falta de verdade nem a forma como o PCP decidiu, utilizando os órgãos e meios da freguesia, tentar linchar politica e socialmente o nosso membro eleito, através de inverdades e interpretações subjetivas que o mesmo entendeu fazer acerca do teor das criticas com que não consegue conviver. Se não fizemos mais, foi porque o executivo não deixou nem quis”.

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