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Sexta, 27 Nov 2020
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SOCIEDADE
MEDIDA É “UM EMBUSTE”
Rádio Cova da Beira
É desta forma que o coordenador da união de sindicatos de Castelo Branco, uma das entidades que integra a plataforma pela abolição das portagens na A 23 e na A 25, classifica a decisão tomada esta quinta-feira pelo governo, na reunião do conselho de ministros, que determina uma redução de 25 por cento no valor das portagens a partir de Janeiro de 2021 a partir da oitava viagem.
Por Nuno Miguel em 22 de Oct de 2020

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No final da assembleia cívica e de indignação, que a plataforma promoveu na Covilhã, Luís Garra não escondeu a insatisfação perante o anúncio do governo, pelo que a plataforma exige que possam ser tomadas outras medidas “é um embuste porque a esmagadora maioria das pessoas que precisem de circular ocasionalmente na A 23 não vão ter qualquer desconto. Aquilo que vamos ter é tentar obrigar as pessoas a circular na autoestrada para terem algum desconto. Isto não lembrava nem ao diabo. Estamos completamente contra este modelo e dai defendemos a abolição das portagens mas que, para já, se proceda à suspensão do seu pagamento e, como sempre, estamos disponíveis para discutir com o governo um modelo de reduções até à abolição definitiva”. 
Face a esta situação, a assembleia aprovou por unanimidade a realização de uma marcha lenta no próximo dia 20 de Novembro, com o intuito de mostrar ao governo que esta medida não serve os interesses da região “vamos ter que reagir a isto e portanto a assembleia foi soberana e decidiu por unanimidade e aclamação a realização de uma marcha lenta no dia 20 de Novembro, a partir das 15:00, com pontos de saída na Guarda, na Covilhã, no Fundão e em Castelo Branco. Vamos aí mostrar ao governo que não nos cala nem nos engana. A senhora ministra da coesão territorial não andou bem. Nós queremos a abolição até final da legislatura e mesmo assim já estamos a ser benevolentes porque cada ano que passa é pior. E na situação de pandemia consideramos que seria de bom senso e de racionalidade económica proceder-se à suspensão do pagamento”.
A plataforma vai ainda escrever uma carta ao primeiro-ministro para que esta matéria possa ser revista na discussão do orçamento de estado na especialidade, garantindo que vai continuar a exigir a abolição das portagens até final da actual legislatura.   

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