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Sexta, 27 Nov 2020
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POL�TICA
“LUTA DEVIA SER DE TODOS”
Rádio Cova da Beira
Os secretariados distritais da UGT de Castelo Branco, Guarda e Portalegre mostram, em comunicado, o seu descontentamento, pelo facto de já terem transmitido formalmente o interesse em integrar a plataforma pela reposição das Scuts na A 23 e na A 25 mas, até agora, ainda não receberam qualquer resposta ou tomada de posição.
Por Nuno Miguel em 19 de Oct de 2020

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Numa moção conjunta, as estruturas da UGT afirmam que a plataforma “integra sete entidades exclusivas dos distritos de Castelo Branco e da Guarda, nomeadamente as associações empresariais, as comissões de utentes, o movimento de empresários pela subsistência pelo interior, mas também as uniões de sindicatos afectas à CGTP, que ultimamente até têm sido porta-voz das reivindicações da plataforma”.
No sentido de “legitimar esta plataforma, pois ambas as autoestradas atravessam também outros distritos, e com o intuito de dar voz a utentes não representados” a UGT Portalegre transmitiu “formalmente o seu interesse em fazer parte da mesma a 15 de Novembro de 2018”, lembrando que essa capital de distrito “é a única do país que não tem acesso por autoestrada, daí a ainda maior importância da A23”. A 13 de Março deste ano também a UGT Castelo Branco “transmitiu, também formalmente, o seu interesse em fazer parte da plataforma mas até à data, qualquer uma das uniões afectas à UGT não recebeu qualquer resposta ou tomada de posição” acrescentando que “de forma bem diferente, foi o ingresso da UGT Portalegre na plataforma Alentejo, para a qual teve entrada praticamente imediata”.
Os secretariados distritais da UGT afirmam que não compreendem esta estrutura dos intervenientes “porque somos uma confederação constituída pelas associações sindicais democráticas, autónoma e independente do patronato e do estado e não é merecedora desta desconsideração a nível regional”.
As estruturas da UGT subscritoras desta Moção, consideram assim que a plataforma “não representa todos os utentes, nem as organizações que os pretendem defender” e recomendam que “altere o nome para algo mais redutor” e afirmam que vão passar a ter “um papel mais activo na reivindicação para a redução progressiva, mas substancial, do valor das portagens da A23 e A25, assim como procurar agregação, nas regiões abrangidas, com entidades que pretendam fazer a mesma defesa, não estando dependentes de plataformas demasiado selectivas na sua constituição e abrangência”.

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