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Terça, 27 Out 2020
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SOCIEDADE
MOVIMENTO AGUARDA POR CONCLUSÃO DO PROCESSO
Rádio Cova da Beira
O movimento pela autonomia da escola superior de gestão de Idanha-a-Nova garante que não vai baixar os braços em defesa da manutenção daquele estabelecimento de ensino superior no concelho com a sua autonomia administrativa, pedagógica e financeira.
Por Nuno Miguel em 25 de Sep de 2020
Em comunicado, o movimento refere que esteve reunido, no início deste mês de Setembro com o secretário de estado da ciência, tecnologia e ensino superior a quem apresentou “as razões que nos assistem na defesa de que a nova escola superior de informática e gestão” resultante do processo de reorganização interna do instituto politécnico de Castelo Branco “seja sediada em Idanha-a-Nova e com a respectiva autonomia”.
Para além da entrega de uma petição pública na assembleia da república, para que o assunto possa ser debatido no parlamento, o movimento já solicitou a todos os grupos parlamentares “que apresentem uma iniciativa legislativa para que no âmbito da reestruturação organizacional do instituto politécnico de Castelo Branco, a nova escola mantenha a sede em Idanha-a-Nova e a autonomia administrativa, pedagógica e científica”.
O movimento refere que continua a aguardar pela decisão final “não só na esperança de que a descentralização e a regionalização se afirmem uma realidade, mas também que a prioridade do interior até 2030, assumida pelo primeiro ministro António Costa, seja uma bandeira hasteada em Idanha-a-Nova”.
Na sequência do repto lançado pelo movimento, grupo parlamentar do CDS/PP já apresentou um projecto de resolução para que seja encontrada “uma solução equilibrada, social e territorialmente justa para os alunos da escola superior de gestão e para os habitantes de Idanha-a-Nova, que veem na escola um polo de desenvolvimento deste concelho do interior. Também o Bloco de Esquerda já apresentou também um projecto de resolução para que o governo “providencie um estudo técnico sobre os impactos sócio-económicos associados ao encerramento da escola” e que seja articulado com o IPCB “uma solução, no âmbito do seu plano de reorganização, que garanta que Idanha-a-Nova continue a ser sede de uma das suas unidades orgânicas e que a autonomia pedagógica, científica e académica da actual escola não seja perdida”.

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