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Terça, 22 Set 2020
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POL�TICA
JSD ENTREGA PROPOSTAS NO PARLAMENTO
Rádio Cova da Beira
A comissão política distrital da JSD esteve reunida com as deputadas social democratas Cláudia André e Isabel Lopes, eleitas pelos distritos de Castelo Branco e Bragança, e entregou às eleitas um conjunto de quatro propostas para serem analisadas pela assembleia da república.
Por Nuno Miguel em 15 de Sep de 2020
No decorrer deste encontro os jovens apresentarem algumas bandeiras e causas do projecto político “Agora, o Interior” que desejam ver discutidas no Parlamento com propostas para a educação e ciência, floresta e ambiente, reorganização do território e saúde em territórios de baixa densidade.
Os desafios vividos pelas instituições de ensino superior da região foram um dos temas “com destaque para o subfinanciamento crónico do IPCB e da UBI e a possibilidade de apresentação de orçamentos plurianuais, que possibilitam um planeamento mais consistente” refere a JSD em comunicado. No caso da UBI foi também abordada “a crise decorrente da redução de camas obrigatória em virtude da pandemia, a falta de apoio aos serviços de acção social e o prejuízo da associação académica que ainda não recebeu 117 mil euros do programa de apoio estudantil do IPDJ”.
A JSD classifica ainda como “uma injustiça” o actual modelo de aplicação das portagens na A23, que é “um entrave ao desenvolvimento do interior, para além de uma injustiça em relação à região que paga das portagens mais cara do país, tem uma rede ferroviária deficitária e que carece da conclusão do IC6 e IC31”.
A instalação da rede 5G foi considerada como “uma oportunidade para o interior do país, sendo uma forma de eliminar distâncias e criar oportunidades significativas de investimento. No entanto, não se pode falar em internet sem que, antes, se garanta cobertura de rede móvel em todo o território, nomeadamente na Beira Baixa”.
Também o modelo de eleição das CCDR e os problemas inerentes à rede de cuidados de saúde da região foram outros dos temas em análise, tendo a JSD alertado que “por falta de médicos, em determinados pontos do distrito a VMER vai ficando inoperacional por períodos de quatro a seis horas” defendo a adopção de medidas que “permitam fixar profissionais de saúde em regiões progressivamente mais carenciadas face à tendencial acumulação de carga de doença”.

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