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Quarta, 28 Out 2020
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POL�TICA
PROCESSO ARQUIVADO
Rádio Cova da Beira
O ministério público não deu como provado qualquer ilícito na obtenção de subsídios por parte da sociedade “Investel”, que teve Hortense Martins como gerente e funcionária. Em causa uma candidatura ao Proder que foi aprovada pela associação de desenvolvimento da raia centro sul (Adraces).
Por Nuno Miguel em 10 de Sep de 2020
O departamento de investigação e acção penal de Coimbra levantou dúvidas quanto à legitimidade de atribuição desse subsídio, pelo qual também estava indiciado Joaquim Martins, pai da actual deputada do PS, devido à proximidade política e familiar dos intervenientes. O instituto de financiamento de agricultura e pescas chegou mesmo a abrir um processo de recuperação de 171 mil euros. 
No despacho agora emitido, o ministério público considera não existirem provas que demonstrem esse tipo de ilícito e determinou o arquivamento dos autos.
Contactada pela RCB, Hortense Martins refere que concordou com a suspensão do processo, proposto pelo ministério público por duas razões “o despacho reconhece expressamente que não existiu qualquer irregularidade relacionada com os subsídios atribuídos à empresa que foram discutidos neste processo”. Para a deputada “fica assim claro que as candidaturas foram realizadas dentro da total normalidade e fiscalizadas pelas entidades competentes em diversas etapas, tendo levado à sua aprovação”
Quanto à irregularidade relativa à data de cessação de funções de Hortense Martins como gerente da “Investel” o despacho estabelece um prazo de quatro meses para a rectificação do registo comercial. Uma situação que, afirma Hortense Martins “está a ser diligenciada”. Em causa está um desencontro de datas no averbamento na conservatória do registo comercial da renúncia à gerência por parte da actual deputada.   

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