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SOCIEDADE
AEGX: AULAS COMEÇAM A 17 DE SETEMBRO
Rádio Cova da Beira
No Agrupamento de Escolas Gardunha e Xisto (AEGX), no Fund√£o, as aulas come√ßam a 17 de setembro, para todos. Os dias 14 e 16 s√£o dedicados √†s reuni√Ķes com os pais e encarregados de educa√ß√£o. Os encontros, com os diretores de cada turma, j√° est√£o agendados na plataforma do AEGX.
Por Paula Brito em 09 de Sep de 2020

A diretora do Agrupamento, Cândida Brito, em entrevista ao Flagrante Direto da RCB, diz que estes encontros com os pais serão determinantes no cumprimento das novas regras, implementadas devido à pandemia, a começar pelos horários de entrada que serão antecipados e por grupos.

 

“O primeiro grupo entra às 8h, o segundo, às 8h 10m, o terceiro às 8h 20m, até às 8h 30m, vão entrando, desfasadamente os alunos, que se dirigem imediatamente para a sala de aula, onde esperam pelo professor. Este desfasamento das entradas, permitem o desfasamento dos intervalos. As aulas vão ser de 50 minutos, deixam de ser de 45 minutos, e depois eles têm aqueles cinco minutos de intervalo e 10, a meio da manhã, sensivelmente.”

 

Cândida Brito apela à colaboração dos pais, “as regras vão funcionar se os pais também nos ajudarem, é muito importante que os pais controlem a saúde dos filhos, verifiquem todos os dias se o filho vai com máscara, porque senão, não entra na escola, é muito importante que os pais cumpram os horários, se os filhos entram às 8h têm que estar às 8h, porque depois vem o turno das 8h 10m, e está tudo muito programado para que os alunos não se cruzem.” 

 

Este ano, devido à grande procura do ensino bilingue, a Escola Nossa Senhora da Conceição, tem duas turmas de primeiro ano, o que obrigou a algumas alterações.

“Uma turma vai para a Gardunha, como sempre, não consigo levar a segunda turma para a Gardunha porque não tenho espaço, e portanto, irá para as Tílias. E mesmo assim, a escola de Nossa Senhora da Conceição, com quatro turmas e quatro salas, fica apertada.”

 

Inicialmente, o AEGX tinha proposto o desdobramento de horários na escola de Nossa Senhora da Conceição, mas perante a contestação dos pais, e o parecer do ministério de educação, a decisão foi levar uma turma de segundo ano para as Tílias.

 

Com cerca de 1500 alunos, o agrupamento cresceu, sobretudo no primeiro ciclo, com a nova turma de bilingue e uma nova turma em Alpedrinha. Silvares, apesar de também ter crescido ligeiramente e de haver alunos suficientes para duas turmas de 7.º ano, não foi autorizada uma segunda turma.

Silvares tem turmas do 5.º ao 9.º ano e, segundo Cândida Brito, não é verdade que a escola estando longe da vista, esteja longe do coração. 

“Basta ver, até os projetos que nós puxamos para Silvares, nós temos um projeto piloto, que é um projeto excecional, no âmbito do Agriurban da câmara, que é um projeto europeu, o dos circuitos curtos. A cantina e o refeitório de Silvares são piloto nesta área, e tem corrido muito bem. Em Silvares há projetos Comenius, os alunos participam no Parlamento Jovem, não há esquecimento da escola de Silvares, há é uma luta para manter esta escola com as suas características próprias.”

 

As primeiras cinco semanas de aulas, vão ser dedicadas ao diagnóstico dos alunos, a vários níveis, após este período de isolamento e à consolidação da matéria do terceiro período.

“Não quer dizer que a matéria seja toda recuperada em cinco semanas, as cinco semanas estão muito destinadas ao diagnóstico da turma, à situação em que estão as aprendizagens, para se poder planificar o ano, ao retomar da presença física, do bem estar psicológico e social, e é muito importante saber em que estado vamos receber os alunos, depois de uma ausência destas.”

 

Arranque do ano escolar, no Agrupamento de Escolas Gardunha e Xisto, no próximo dia 17 de setembro.


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